Arquivo para categoria Varejo

Fast fashion – Moda a todos!

Zara

Assistimos emergir uma nova forma de consumo no mundo, cuja origem poderia ser resumida pela aceleração da demanda, o consumo de massa e a necessidade por personalização.

Trata-se do consumo fast; um modelo que tem alcançando sucesso e está personificado principalmente na figura das grandes redes de loja de departamento no setor do vestuário, tais como Zara, Forever 21, H&M e American Apparel.

Essas lojas adotam o fast-fashion, cuja fórmula imbatível visa:

  • Trabalhar com várias mini-coleções ao longo do ano, com quantidade limitada de peças a fim de reduzir perdas, caso a venda não seja satisfatória, além de conquistar clientes ávidos por personalização.
  • Não investir em pesquisa de tendências. As coleções são lançadas tardiamente e apenas seguem as tendências que já foram lançadas, aceitas e consolidadas, evitando assim riscos em apostas e economizando com pesquisa em tendências.
  • Aliar bom preço a qualidade e estilo nas peças.

H&M

Durante a crise americana, enquanto várias lojas lutam para manter-se de portas abertas, redes como a H&M e a Forever 21 planejam abrir novos pontos de venda e introduzem lojas conceito.

O sucesso é creditado, segundo os executivos que as administram, a uma série de fatores como planejamento e administração e, principalmente, à percepção de que as pessoas mesmo em períodos de crise continuam querendo comprar, no entanto tornam-se mais seletivas quanto ao preço que deve ser menor a fim de expandir seu poder de compra, e quanto ao estilo das peças que como serão compradas em menor quantidade devem ser a mais exclusiva possível.

A minimização das margens de erro é a chave principal para entender o sucesso do modelo fast fashion que sabiamente alia duas forças contraditórias: a exclusividade em um processo em larga escala a um preço acessível.

H&M

O consumidor de hoje está cansado das incessantes promoções a cada temporada: ele quer obter produtos fashion mais vezes que quando muda as estações. E é baseado nisso que o modelo fast fashion dá o pulo do gato, oferecendo-lhe o que parecia impossível.

Então onde entra o visual merchandising?

Em absolutamente todo o mecanismo do fast fashion. Se este modelo propõe exclusividade e rapidez na troca de coleções requer cenários e apresentações visuais que sigam essa mesma dinâmica.

Zara

O fast fashion encontra no visual merchandising uma indispensável ferramenta de trabalho que reflete através das suas ações e práticas no ponto de venda a mesma linha que guia os produtos que determinada loja oferece.

O planejamento de visual merchandising de uma loja de consumo fast precisa ser feito com antecedência, bastante cuidado e profissionalismo, já que contempla uma arquitetura mais complexa para se adequar às várias mudanças ao decorrer do ano.

As apresentações visuais devem ser dinâmicas, claras e facilitadoras de leitura.

O elemento do novo deve guiar todo esse processo para que as lojas de fast fashion possam criar um clima excitante a cada trocar de coleção.

O ambiente da loja deve conspirar a favor da mesma, fazendo do visual merchandising o primeiro vendedor do produto de consumo fast.

Por investir em Visual Merchandisng mais que qualquer outro modelo, resulta em lojas que se tornam modelos de sucesso no seu uso, como é o caso da Zara, a grande expoente do modelo fast fashion e também o case mais bem sucedido no mundo por ser uma loja que construiu uma identidade e ficou conhecida internacionalmente pelo seu ponto de venda e sua compra rápida e cheia de conceitos da moda.

Fonte – por Aliana Aires

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Seis erros de projeto para evitar no comércio

Os varejistas sabem que devem fornecer produtos de qualidade e bons serviços para prosperarem, mas muitas vezes, negligenciam a importância do design da loja para o seu sucesso.
Lojistas às vezes tentam cortar custos ou simplesmente não planejam o seu espaço comercial.
“Há uma quantidade enorme de falhas no varejo”, diz Jerry Birnbach consultor em planejamento de lojas de Nova York.
Leia a seguir os seis erros mais comuns que devem ser evitados ao projetar a sua loja

1. Deixar de fazer uma inspeção completa das instalações, principalmente no espaço para armazenamento de mercadorias onde poderiam haver muitos problemas ocultos que custariam uma fortuna para consertar se não forem descobertos antes de assinar um contrato de longo prazo. Birnbach aconselha levar um arquiteto ou um empreiteiro de confiança para inspecionar antes de qualquer coisa;

2. Em matéria de giro de estoque muitos não se preocupam com o design da loja e a entopem de produtos. Antes de considerar as opções de projeto, você deve fazer algumas contas para estimar a quantidade de mercadoria que você vai vender e quanto de estoque será necessário manter na loja. Muitas vezes, os empresários não têm tempo para determinar a quantidade de produto que ele precisa vender para cobrir o custo de funcionamento.

3. Muitos optam por uma iluminação errada (normalmente mais em conta). Definir a iluminação adequada, a temperatura, colocação e posicionamento é extremamente importante para o seu produto ter o apelo certo ao cliente. Desde vestidos de noite até cortadores de grama, tem suas particularidades no quesito iluminação.

4. Negligenciar o design de sua área de saída pode ser fatal. Muitos varejistas não dão muita importância para a área de “checkout” (pagamento e saída). Tome cuidado, certificando-se de que há espaço suficiente para o cliente não se sentir incomodado ou confuso, pois este momento é muito importante para ele.

5. Exibir seus produtos de forma desordenada. A maneira como você exibe suas mercadorias pode afetar significativamente as vendas. A pergunta é simples: Quando um cliente está pedindo as coisas, você tem que ziguezaguear através da loja para ajudá-lo a satisfazer as suas necessidades? Se a resposta for sim, com certeza há um problema.

6. Opte por projetos flexíveis e esteja sempre aberto a mudanças. Tendências de compra do consumidor estão sempre mudando, daí, a necessidade da flexibilidade dos projetos. Por exemplo, enquanto displays flexíveis podem requerer mais investimento inicial, irão tornar sua vida muito mais fácil quando chegar a hora de modificar suas ofertas da loja.

Para finalizar, consulte sempre um especialista e fique atento às direções que o mercado toma. Caso contrário você pode estar jogando fora grandes chances de faturar alto e solidificar o nome de sua empresa.
Pense e pesquise bem antes de tomar qualquer decisão ou investir seu suado dinheirinho.
E tenha certeza de uma coisa, se um negócio não tem nenhum risco, muito provavelmente não será um bom negócio.

Fonte

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Para seu negócio – Produtos

O produto é o principal elemento do merchandising. Deve estar no lugar certo, no momento certo, exposto de forma correta e com o preço correto para ser vendido. Para que isso ocorra, os seguinte princípios devem ser considerados:

1) Apresentação do Produto: é o aspecto fundamental para sua valorização perante o cliente. O produto, no ponto-de-venda, deve ter seu visual perfeito e sua embalagem não pode estar danificada ou amassada.

2) Agrupamento: o agrupamento é a reunião de produtos formando o conjunto, que será colocado na gôndola, prateleira, braço ou arara. O planejamento na análise de proximidade de um produto com outro é realizado por uso final ou por grupos divisionais ou setores.

3) Forma de exposição: a forma de exposição contribui para o equilíbrio visual da loja, tornando-a mais harmoniosa e facilitando o acesso aos produtos. Seu planejamento deve ser realizado considerando-se o grupo de produtos e não linhas de produtos individuais e isoladas. Um produto bem exposto facilita a compra/venda. Quanto mais o cliente se aproximar do produto, tocá-lo, manuseá-lo ou prová-lo, maiores serão as chances dele estabelecer uma intimidade com o produto, sendo estimulado a cobiçá-lo, isto é, a comprá-lo.

A exposição deve ser planejada e para isso devem ser considerados os seguintes aspectos:

a) Dimensão: análise do tamanho do produto (altura, largura, profundidade). A distribuição dos produtos deve seguir a proporção das peças. Produtos maiores ficam melhor acomodados embaixo; peças médias no centro e as pequenas em cima.

b) Cores: as cores desenvolvem a força na apresentação visual. Sua adequada utilização possibilita a valorização dos produtos na loja. O básico de uma utilização de cores é a escala na ordem do mais claro para o mais escuro.

c) Exposição vertical ou horizontal: a escolha deve ser feita de acordo com o melhor aproveitamento de espaço e valorização do produto. Exposições verticais são indicadas para produtos homogêneos na forma e embalagem. As exposições horizontais são indicadas para produtos diversos, diferenciados em formas e embalagens.

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5 dicas para organizar melhor o ponto de venda

Tornar o ponto de venda mais atraente é um dos desafios para quem quer trazer mais clientes para sua loja e aumentar o faturamento. Para garantir uma boa exposição dos seus produtos, as sócias da Suklaá Chocolates, empresa finalista do Extreme Makeover 2012 (projeto da revista PE&GN cujo objetivo é transformar radicalmente as empresas participantes), vão pessoalmente às lojas e organizam os produtos nas prateleiras. “Procuro agrupar os produtos por tipo, cor e volume”, diz Lígia Gennari. Para dar ainda mais visibilidade aos seus produtos, elas estão confeccionando um display para as trufas, que hoje ficam armazenadas em potes improvisados.

Confira, a seguir, cinco dicas do Sebrae para organizar melhor o ponto de venda e torná-lo mais eficaz e chamativo:

1. Personalize a fachada e a vitrine
A fachada deve ser a mais adequada possível ao público que a loja pretende atrair e aos produtos e serviços que ela tem a oferecer. A vitrine externa transmite a personalidade da loja e deve traduzir o que o cliente encontra no interior dela. A porta de entrada deve facilitar ao máximo o acesso. Se tiver de permanecer fechada, é melhor que seja de vidro, para que o cliente possa visualizar o interior da loja. A porta mais indicada é a dupla, com uma folha abrindo para dentro e outra para fora, com os avisos “empurrar/puxar” bem visíveis. Lojas destinadas a mulheres devem prever a entrada e a circulação de carrinhos de bebê.

2. Capriche nas prateleiras
As prateleiras são o prolongamento da vitrine e devem proporcionar ao cliente um contato mais próximo e estimular seu interesse nos produtos. A forma como os produtos são apresentados influi na decisão de compra. Para tirar melhor proveito do espaço, recomenda-se colocar mais itens nas prateleiras, em vez de exibir grandes quantidades de um mesmo produto. O ideal é aproximar produtos afins, como meias e sapatos, salgadinhos e bebidas, e usar as áreas perto do caixa para expor pequenos produtos de conveniência ou comprados por impulso. O mostrador é um excelente recurso para exibir mercadorias frágeis ou de valor, que precisam ser guardadas de forma segura.

3. Aproveite bem o espaço
Um dos elementos que definem a circulação, o balcão deve ser planejado para que não se torne um obstáculo entre o cliente e a mercadoria. O caixa deve ser discreto, para não desviar a atenção do cliente da área de vendas, porém visível. Os móveis não devem ocupar mais de 40% da loja. Se a área for muito pequena, podem ser usados recursos de iluminação, pintura e espelhos para aumentar a sensação de espaço. Uma boa circulação requer corredores amplos e planejados como vias de mão dupla, que propiciem a visão plena dos produtos.

4. Organize o fluxo
O percurso do cliente na loja pode ser previamente delineado para que não haja conflitos entre a movimentação deles e dos funcionários. O consumidor tende a se deslocar para a direita, no sentido horário. Assim, é preciso dispor os produtos em uma sequência bem programada, que garanta a circulação por todo o espaço. Para evitar que o fundo da loja se torne uma “zona morta”, por exemplo, pode-se utilizar essa região para expor produtos em oferta ou montar uma mesa de degustação. A boa sinalização contribui para orientar a circulação. Ela pode ser feita com cartazes e setas. Para que o cliente as enxergue de qualquer ponto, o ideal é que prateleiras e gôndolas posicionadas na área central não ultrapassem 1,50 m. O uso de materiais e cores diferentes e de iluminação constituem outras formas de sinalização.

5. Planeje o estoque
A área destinada ao estoque deve ser planejada de acordo com as necessidades do negócio. Ele deve estar em local acessível para abastecer a área de vendas, mas sem subtrair parte de seu espaço.

Fonte: Site PE&GN

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Melhora no visual da loja amplia vendas em até 40%

Pesquisa do Sebrae-SP aponta o que pode ajudar ou atrapalhar a atração de consumidores

Conquistar clientes fica bem mais fácil quando se tem uma loja atraente, bonita, confortável e bem organizada. A simples melhoria no aspecto visual de um estabelecimento pode ampliar as vendas de 12% até 40%, aponta pesquisa realizada pelo Sebrae-SP. De acordo com o levantamento, a percepção visual é o alicerce de qualquer esforço para atrair clientes. Consequentemente, todo negócio que busca se diferenciar da concorrência deve começar cuidando para que esse primeiro impacto seja eficaz.

“É comum encontrarmos estabelecimento com fachadas muito velhas, sem pintura adequada, com árvores ou outros obstáculos impedindo a visão do consumidor e até sem nenhuma informação clara do que seja o ramo de atividade da empresa”, diz Gustavo Carrer, consultor do Sebrae-SP. “É importante que o empreendedor saiba que se trata de um item fundamental e que a escolha de cores, luminosos e letreiros merecem atenção especial, pois transmitem muitos significados e podem ajudar ou atrapalhar a atração de consumidores”, completa.

No que se refere às vitrine, o cuidado também deve ser constante, já que se trata do elemento mais importante para atração de consumidores. “Ela deve expor a melhor amostra dos produtos que serão encontrados no interior da loja e precisa chamar a atenção em poucos segundos”, alerta o consultor. A iluminação deve destacar as mercadorias, decorar os espaços especiais e também acompanhar o estilo e a personalidade da loja. “Ela pode destacar partes atrativas do estabelecimento e disfarçar partes vosialmente desagradáveis que ainda não podem ser mudadas”, completa Carrer.

São importantes ainda itens como acessibilidade e climatização da loja, cuidados com provadores e banheiros. “Tudo isso conta para atrair consumidores e manter os clientes satisfeitos”, afirma o consultor.

Confira algumas dicas de como melhorar a sua loja e as vendas:

Fachada – Ela é uma ferramente de comunicação com seu cliente e, por isso, deve passar a informação sobre o tipo e estilo de loja. Procure explorar todas as oportunidades de comunicação visual da fachada, mas evite excessos.

Vitrine – Ela deve indicar ao cliente qual a variedade de produtos comercializados. Para manter-se atraente, a vitrine deve ser renovada frequentemente.

Iluminação – Este item exerce forte influência no comportamento de compra dos consumidores. Portanto, o sistema de iluminação ideal deve proporcionar conforto visual, evitando distorção nas cores e valorizando o ambiente e os produtos expostos.

Provadores – Um bom provador contém: espelho amplo e de boa qualidade, banco ou cadeira, cabideiros ou ganchos e perfeita iluminação. É importante dar atenção redobrada à iluminação e climatização do ambiente: como decisões importantes ocorrem neste local, nada deve interferir.

Acessibilidade – Tenha entradas amplas e rampas de acesso à loja. Mas atenção com a inclinação e a altura dos degraus, para que não se transformem em armadilhas para os consumidores. Simule o acesso à loja, desde a calçada até a finalização da venda no caixa, passando pelos provadores. Se houver mais de um piso, avalie a necessidade de criar acesso especial.

Fonte: Estadão PME (via Blog Comércio Varejista Sebrae)

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8 passos para criar a identidade visual da sua empresa

visual

Todos sabem que um bom design é fundamental para criar a identidade da marca. O que deixa o empreendedor em dúvida é outra questão: como eu crio um design que traduza o conceito da minha empresar? Mark McNeilly, professor da Kenan-Flagler Business School e colunista da Fast Company, tem a resposta. Ele listou oito princípios fundamentais para criar a identidade visual para a sua marca.

1. O primeiro passo é perceber que marca e design são inseparáveis. Quando você cria uma marca, a intenção é que ela provoque uma reação forte no público, que  passe a reconhecê-la de imediato. Se você conseguir que duas ou mais pessoas tenham a mesma reação, é sinal de que a sua marca tem força. Em muitos casos, essa reação do público está diretamente relacionada ao design. Então, pare de separar as coisas: para todos os efeitos, design e marca são exatamente a mesma coisa.

2. Já que design e marca são a mesma coisa, passe a integrar completamente os dois conceitos. A essência da sua marca tem que estar no design, sempre. Tudo que a Apple representa para o mundo está representando no design de seus produtos. Se você tirar o logo de um BMW, ainda vai saber que é um BMW.

3. Lembre-se: para criar uma identidade visual forte, você precisa estabelecer uma relação emocional com as pessoas. Essa é, em grande parte, a função dos designers. Eles têm que incorporar os valores e objetivos da companhia, e daí transformá-los de maneira a criar uma conexão com o consumidor.

4. O design tem que fazer parte da estratégia da empresa desde o começo. Não é o caso de montar o negócio e só depois pensar no design. Você tem que levar em conta a identidade visual no momento em que escreve o plano de negócio. A marca da Samsung só ficou poderosa depois que o design virou uma prioridade.

5. Chame os designers a participar das reuniões e acompanhar os processos de decisão da empresa. Bons designers sabem fazer as perguntas certas para criar soluções inovadoras. Quem sabe eles não estimulam a inovação nos outros funcionários?

6. Simplicidade é a chave. Nada de incentivar os designers a terem ideias cada vez mais mirabolantes. Quanto mais simples e mais conectadas com a essência da empresa, melhor.

7. Use o design para reinventar continuamente a marca. Mesmo que tenha achado soluções interessantes para compor a identidade visual, saiba que seu trabalho não terminou. Hoje, as marcas precisam se reinventar o tempo todo. O melhor exemplo talvez seja o Google, que muda o seu logo constantemente, para adequá-lo a ocasiões especiais.

8. Sua marca pode fazer diferença no mundo, encorajando as pessoas a se envolverem com questõs sociais e ambientais. E o design pode ser parte disso. Se o seu time conseguir criar um visual que torne o tema da sutentabilidade acessível e divertido, você terá meio caminho andado.

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6 erros de design que você deve evitar em sua loja

Confira dicas dadas no site Entrepreneur sobre o que deve ser evitado quando se trata em design de um estabelecimento

Lojistas muitas vezes pensam demais na qualidade dos produtos e dos serviços que oferecem e subestimam a importância do design de loja para o sucesso do empreendimento. Detalhes do planejamento espacial do estabelecimento sofrem com a economia de gastos, o que pode ser um perigo. O barato pode sair caro e acabar prejudicando o funcionamento e as vendas. Para ajudar lojistas, a jornalista americana Jane Porter, do site Entrepreneur, reuniu seis erros que devem ser evitados para você não ter de correr atrás do prejuízo.

1) Deixar de fazer uma inspeção completa da instalação
O espaço desejado para a loja pode parecer um lugar ideal para as suas necessidades, mas pode ter problemas ocultos. Instalações elétricas e sistemas de ventilação mal projetados custam uma fortuna para consertar. Por isso o ideal é detectá-los antes de assinar um contrato de aluguel de longo prazo. O consultor em planejamento de lojas Jerry Birnbach aconselha a levar um arquiteto ou empreiteiro ao local antes de fechar qualquer contrato. “Há muitos esqueletos escondidos, coisas que você precisaria saber logo de cara”, diz

2) Dar pouca atenção ao giro de estoque
Muitos varejistas não pensam sobre a relação do espaço da loja com a rotatividade dos produtos. Antes de considerar as opções do projeto de design, é bom estimar a quantidade de mercadoria que você vai vender e quanto de estoque será necessário para manter a loja, e consequentemente, o espaço que eles ocuparão. Para a consultora canadense Melanie McIntosh, o mais importante é planejar e questionar: “Qual o estoque que minha loja precisa ter para cobrir o custo de funcionamento?”

3) Escolher uma iluminação errada
A escolha da iluminação adequada é extremamente importante para o quão apelativo seu produto vai parecer. Todos os produtos, de vestidos de gala a cortadores de grama, têm um tipo de iluminação mais adequado. Isso envolve conceitos como temperatura e eficiência energética. “A questão não é apenas enxergar o produto, mas também levar em consideração as cores e a temperatura da luz”, diz Birnbach.

A iluminação é muitas vezes mal projetada porque os varejistas estão tentando cortar custos. Outra situação comum é confiar muito em conselhos de terceiros – especializados ou não – sobre o assunto sem levar em conta o conhecimento próprio sobre o funcionamento do negócio.

Harvey Rovinsky, dono de sete joalherias em Nova Jersey, comprovou a importância de uma iluminação adequada quando reformou a loja matriz. O arquiteto contratado por ele selecionou um tipo de luz fria, que deixava as joias sem brilho. “No ramo de joalherias, é necessário ter um trabalho de luzes incrível”, explica Rovinsky, que atribui seu erro à sua confiança excessiva no arquiteto.

4) Negligenciar o design da área do caixa
Muitos varejistas não ligam muito para a área do caixa, apesar da sua importância. Mas é importante certificar-se de que haverá espaço suficiente para que o espaço não fique muito lotado com devoluções, clientes e produtos. “Você quer causar uma boa impressão nos clientes quando eles estão saindo”, diz McIntosh.

5) Exibir produtos de forma desordenada
O modo de exibir as mercadorias pode afetar significativamente as vendas, mas alguns varejistas não consideram a forma como seus clientes fazem compras quando planejam a loja. “Quando um cliente pergunta sobre um produto, você tem de ziguezaguear pela da loja em busca do que deseja?” pergunta McIntosh. Se a resposta for positiva, há um problema.

Jim Broadhead, dono de uma loja de artigos de viagem em Alberta, no Canadá, só percebeu como seu estabelecimento era mal organizado quando procurou a ajuda de McIntosh. A loja já funcionava havia 12 anos e contava com três andares, mas ainda assim não tinha uma distribuição de produtos eficiente. Os itens eram agrupados por tipo, com todas as calças juntas, por exemplo, desconsiderando estilo ou função.

Broadhead descobriu que os consumidores podiam se localizar melhor se os itens fossem disponibilizados por categorias, colocando, por exemplo, todas as roupas de ginástica em um só lugar. Desde o redesenho da loja, no ano passado, suas vendas cresceram 15%.

6) Renunciar flexibilidade
As tendências de compra do consumidor estão sempre mudando, o que significa que os varejistas precisam agregar flexibilidade em seus projetos. Ao mesmo tempo em que displays flexíveis podem requerer mais investimento inicial, eles podem tornar a vida muito mais fácil quando for a hora de modificar as ofertas da loja.

E você, empreendedor? Quais são as suas dicas para quem está projetando uma loja?

Fonte: PEGN (via Blog do Comércio Varejista Sebrae)

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