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Pisos e revestimentos, como reformar sem causar entulho?

Pisos e revestimentos, como reformar sem causar entulho?

Os pisos e revestimentos são partes importantes de uma residência não somente pela estética que agregam ao ambiente, mas também pela qualidade e segurança oferecidas. Esses fatores são pontuais no momento de decidir a reforma e troca dessas peças. A instalação de um piso ou revestimento novo geralmente ocasiona grande trastorno e dor de cabeça, e ainda se a tarefa não for realizada por mão de obra qualificada e competente é possível ter algumas dores de cabeça. Para evitar um possível quebra quebra é indicado avaliar quais são as melhores opções para reformar com praticidade e qualidade.

A técnica de colocação do piso sobre piso é uma boa alternativa para realizar a reforma de modo eficaz, rápido e prático. Esse modo de assentamento não oferece barulheira, há grande economia quanto a instalação do piso novo, não proporciona sujeira em demasia, além de oferecer alta facilidade e praticidade. A instalação do revestimento ou piso novo é realizado com a aplicação de uma argamassa colante própria e requer a verificação das medidas. Para superfícies resinadas como  a ardósia é preciso retirar a camada de resina para que a argamassa tenha efeito sobre o piso antigo  e permita a instalação do piso novo.

É necessário ter atenção a alguns detalhes básicos que garantem o sucesso dessa reforma como a verificação de peças soltas, se houver algum caso no seu piso é preciso corrigir essa falha para que a nova peça ou revestimento não seja prejudicado posteriormente com a mesma falha. É necessário evitar a lavagem excessiva, pois poderá ocorrer descolamento das peças novas pela umidade em demasia. No caso de portas, soleiras e pontos de escoamento de água é necessário ajustar para o nível da nova camada. O mercado já disponibiliza peças adaptadas com espessura menor e acabamento final ultrafino de alta tecnologia, vale a pena conferir e escolher o tipo que melhor se enquadra a sua residência.

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Fast fashion – Moda a todos!

Zara

Assistimos emergir uma nova forma de consumo no mundo, cuja origem poderia ser resumida pela aceleração da demanda, o consumo de massa e a necessidade por personalização.

Trata-se do consumo fast; um modelo que tem alcançando sucesso e está personificado principalmente na figura das grandes redes de loja de departamento no setor do vestuário, tais como Zara, Forever 21, H&M e American Apparel.

Essas lojas adotam o fast-fashion, cuja fórmula imbatível visa:

  • Trabalhar com várias mini-coleções ao longo do ano, com quantidade limitada de peças a fim de reduzir perdas, caso a venda não seja satisfatória, além de conquistar clientes ávidos por personalização.
  • Não investir em pesquisa de tendências. As coleções são lançadas tardiamente e apenas seguem as tendências que já foram lançadas, aceitas e consolidadas, evitando assim riscos em apostas e economizando com pesquisa em tendências.
  • Aliar bom preço a qualidade e estilo nas peças.

H&M

Durante a crise americana, enquanto várias lojas lutam para manter-se de portas abertas, redes como a H&M e a Forever 21 planejam abrir novos pontos de venda e introduzem lojas conceito.

O sucesso é creditado, segundo os executivos que as administram, a uma série de fatores como planejamento e administração e, principalmente, à percepção de que as pessoas mesmo em períodos de crise continuam querendo comprar, no entanto tornam-se mais seletivas quanto ao preço que deve ser menor a fim de expandir seu poder de compra, e quanto ao estilo das peças que como serão compradas em menor quantidade devem ser a mais exclusiva possível.

A minimização das margens de erro é a chave principal para entender o sucesso do modelo fast fashion que sabiamente alia duas forças contraditórias: a exclusividade em um processo em larga escala a um preço acessível.

H&M

O consumidor de hoje está cansado das incessantes promoções a cada temporada: ele quer obter produtos fashion mais vezes que quando muda as estações. E é baseado nisso que o modelo fast fashion dá o pulo do gato, oferecendo-lhe o que parecia impossível.

Então onde entra o visual merchandising?

Em absolutamente todo o mecanismo do fast fashion. Se este modelo propõe exclusividade e rapidez na troca de coleções requer cenários e apresentações visuais que sigam essa mesma dinâmica.

Zara

O fast fashion encontra no visual merchandising uma indispensável ferramenta de trabalho que reflete através das suas ações e práticas no ponto de venda a mesma linha que guia os produtos que determinada loja oferece.

O planejamento de visual merchandising de uma loja de consumo fast precisa ser feito com antecedência, bastante cuidado e profissionalismo, já que contempla uma arquitetura mais complexa para se adequar às várias mudanças ao decorrer do ano.

As apresentações visuais devem ser dinâmicas, claras e facilitadoras de leitura.

O elemento do novo deve guiar todo esse processo para que as lojas de fast fashion possam criar um clima excitante a cada trocar de coleção.

O ambiente da loja deve conspirar a favor da mesma, fazendo do visual merchandising o primeiro vendedor do produto de consumo fast.

Por investir em Visual Merchandisng mais que qualquer outro modelo, resulta em lojas que se tornam modelos de sucesso no seu uso, como é o caso da Zara, a grande expoente do modelo fast fashion e também o case mais bem sucedido no mundo por ser uma loja que construiu uma identidade e ficou conhecida internacionalmente pelo seu ponto de venda e sua compra rápida e cheia de conceitos da moda.

Fonte – por Aliana Aires

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Seis erros de projeto para evitar no comércio

Os varejistas sabem que devem fornecer produtos de qualidade e bons serviços para prosperarem, mas muitas vezes, negligenciam a importância do design da loja para o seu sucesso.
Lojistas às vezes tentam cortar custos ou simplesmente não planejam o seu espaço comercial.
“Há uma quantidade enorme de falhas no varejo”, diz Jerry Birnbach consultor em planejamento de lojas de Nova York.
Leia a seguir os seis erros mais comuns que devem ser evitados ao projetar a sua loja

1. Deixar de fazer uma inspeção completa das instalações, principalmente no espaço para armazenamento de mercadorias onde poderiam haver muitos problemas ocultos que custariam uma fortuna para consertar se não forem descobertos antes de assinar um contrato de longo prazo. Birnbach aconselha levar um arquiteto ou um empreiteiro de confiança para inspecionar antes de qualquer coisa;

2. Em matéria de giro de estoque muitos não se preocupam com o design da loja e a entopem de produtos. Antes de considerar as opções de projeto, você deve fazer algumas contas para estimar a quantidade de mercadoria que você vai vender e quanto de estoque será necessário manter na loja. Muitas vezes, os empresários não têm tempo para determinar a quantidade de produto que ele precisa vender para cobrir o custo de funcionamento.

3. Muitos optam por uma iluminação errada (normalmente mais em conta). Definir a iluminação adequada, a temperatura, colocação e posicionamento é extremamente importante para o seu produto ter o apelo certo ao cliente. Desde vestidos de noite até cortadores de grama, tem suas particularidades no quesito iluminação.

4. Negligenciar o design de sua área de saída pode ser fatal. Muitos varejistas não dão muita importância para a área de “checkout” (pagamento e saída). Tome cuidado, certificando-se de que há espaço suficiente para o cliente não se sentir incomodado ou confuso, pois este momento é muito importante para ele.

5. Exibir seus produtos de forma desordenada. A maneira como você exibe suas mercadorias pode afetar significativamente as vendas. A pergunta é simples: Quando um cliente está pedindo as coisas, você tem que ziguezaguear através da loja para ajudá-lo a satisfazer as suas necessidades? Se a resposta for sim, com certeza há um problema.

6. Opte por projetos flexíveis e esteja sempre aberto a mudanças. Tendências de compra do consumidor estão sempre mudando, daí, a necessidade da flexibilidade dos projetos. Por exemplo, enquanto displays flexíveis podem requerer mais investimento inicial, irão tornar sua vida muito mais fácil quando chegar a hora de modificar suas ofertas da loja.

Para finalizar, consulte sempre um especialista e fique atento às direções que o mercado toma. Caso contrário você pode estar jogando fora grandes chances de faturar alto e solidificar o nome de sua empresa.
Pense e pesquise bem antes de tomar qualquer decisão ou investir seu suado dinheirinho.
E tenha certeza de uma coisa, se um negócio não tem nenhum risco, muito provavelmente não será um bom negócio.

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Para seu negócio – Produtos

O produto é o principal elemento do merchandising. Deve estar no lugar certo, no momento certo, exposto de forma correta e com o preço correto para ser vendido. Para que isso ocorra, os seguinte princípios devem ser considerados:

1) Apresentação do Produto: é o aspecto fundamental para sua valorização perante o cliente. O produto, no ponto-de-venda, deve ter seu visual perfeito e sua embalagem não pode estar danificada ou amassada.

2) Agrupamento: o agrupamento é a reunião de produtos formando o conjunto, que será colocado na gôndola, prateleira, braço ou arara. O planejamento na análise de proximidade de um produto com outro é realizado por uso final ou por grupos divisionais ou setores.

3) Forma de exposição: a forma de exposição contribui para o equilíbrio visual da loja, tornando-a mais harmoniosa e facilitando o acesso aos produtos. Seu planejamento deve ser realizado considerando-se o grupo de produtos e não linhas de produtos individuais e isoladas. Um produto bem exposto facilita a compra/venda. Quanto mais o cliente se aproximar do produto, tocá-lo, manuseá-lo ou prová-lo, maiores serão as chances dele estabelecer uma intimidade com o produto, sendo estimulado a cobiçá-lo, isto é, a comprá-lo.

A exposição deve ser planejada e para isso devem ser considerados os seguintes aspectos:

a) Dimensão: análise do tamanho do produto (altura, largura, profundidade). A distribuição dos produtos deve seguir a proporção das peças. Produtos maiores ficam melhor acomodados embaixo; peças médias no centro e as pequenas em cima.

b) Cores: as cores desenvolvem a força na apresentação visual. Sua adequada utilização possibilita a valorização dos produtos na loja. O básico de uma utilização de cores é a escala na ordem do mais claro para o mais escuro.

c) Exposição vertical ou horizontal: a escolha deve ser feita de acordo com o melhor aproveitamento de espaço e valorização do produto. Exposições verticais são indicadas para produtos homogêneos na forma e embalagem. As exposições horizontais são indicadas para produtos diversos, diferenciados em formas e embalagens.

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Para seu negócio – Instalações

As instalações são os equipamentos, balcões, mobiliários e suportes para os produtos expostos na loja. São também a operação e atuação da própria loja, como proposta comercial.

Os equipamentos e mobiliários devem ser de boa qualidade, duráveis, práticos e versáteis, com possibilidade de ajuste em qualquer área da loja. Além disso, devem estar sempre abastecidos com o limite máximo de sua capacidade.

O mobiliário deve valorizar a exposição e estar de acordo com as necessidades do produto, sua visualização e toque do cliente.

As dimensões dos equipamentos devem seguir os padrões de ergonomia segundo seus objetivos. Por exemplo, balcão de atendimento sentado ou em pé; prateleiras de auto-serviço e outros sistemas.

Os produtos devem estar sempre bem expostos, com apresentação impecável. Não podem estar danificados e suas embalagens devem  estar em condições perfeitas.

Lojas Zara

Fonte: portaisdamoda.com.br

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Luzes, lâmpadas, ação: acerte em seu projeto

É claro que as luminárias contam muitos pontos na decoração e também ajudam a criar efeitos de luz, mas, ao contrário da crença geral, elas não são as estrelas de um projeto luminotécnico. A definição mais importante se refere às lâmpadas, as verdadeiras protagonistas dessa história. A escolha correta é o primeiro passo rumo à conquista de ambientes confortáveis, com iluminação na medida. Só então chega a vez de se esbaldar entre os inúmeros spots e lustres, comprando aqueles que se adequam às lâmpadas eleitas. Para provar que o assunto não é um bicho de sete cabeças, como parece, a edição de outubro da revista ‘Minha Casa’ fez uma reportagem com informações que vão clarear as ideias, confira!

A LÂMPADA CERTA

Incandescentes
Gastam muita energia e são pouco eficientes, pois apenas 5% da eletricidade que usam se torna luz – o resto vira calor. Têm os dias contato: até o fim do ano, os modelos acima de 101w deixarão de ser vendidos. Os demais acabam até 2017.

Fluorescentes
Dividem-se entre compactas – que incluem um reator e encaixam nos mesmos soquetes das incandescentes – e tubulares – que precisam de reator auxiliar. Consomem 80% menos energia que as incandescentes, entretanto, a maioria dos modelos emite luz fria. Têm baixo índice de reprodução de cor, de 70% a 80% (o IRC indica a capacidade que a luz tem de exibir fielmente as cores). Recomendadas para cômodos que exigem claridade intensa e constante, como escritórios e cozinhas.

Halógenas
Aqui estã elas: dicroica, PAR, AR, halopin e palito. São as que melhor reproduzem as cores, contudo gastam apenas 30% menos que as incandescentes. Com luz amareladas vão bem em salas, mas como esquentam bastante, não devem ser direcionadas para sofás e poltronas, nem usadas em muitos pontos. Em quartos, se saem melhor em luminárias com efeito difusor.

Por ser de baixa voltagem, a dicroica pede um transformador. Gera luz mais brilhante, pois tem um refletor parabólico. A PAR (sigla em português de “refletor parabólico aluminizado”), também refletora, possui um vidro que protege a lâmpada, razão para ser usada em banheiros e jardins. A AR (sigla para “refletora aluminizada”) apresenta facho bem definido e ofusca menos. Já a menor da turma, a halopin, tem potência e voltagem baixas, por isso clareia cantinhos, gastando pouca energia. A palito, ou lapiseira, joga a luz para cima.

LED
Sigla em inglês para “diodo emissor de luz”. Na verdade, não é uma lâmpada, mas ilumina. Oferece tecnologia avançada, até 50 anos de vida útil (dependendo da qualidade), economia (gasta 80% menos que as incandescentes) e boa luminosidade. Aquece pouco, tem IRC de 85% e é encontrado em tonalidades e formatos variados (de dicroica, por exemplo). Combina com qualquer ambiente. O ponto fraco está no preço, ainda alto, todavia com tendência a cair.

Fonte: Revista Minha Casa – Edição n° 30 – Outubro 2012

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A marca da sua empresa passa a mensagem certa?

Especialista fala dos pontos essenciais na hora de criar uma marca e um nome para o seu negócio

Como criar uma marca e um nome para um negócio?
Respondido por Frederico Mafra, especialista em marketing

A criação de uma marca exige tempo e dedicação das empresas. Trara-se de uma escolha fundamental, que pode ajudar na construção de uma imagem e de um posicionamento diferenciado no mercado.

O primeiro passo é investir no planejamento da marca. Buscar o apoio de um profissional especializado e verificar a existência de outras marcas e ideias similares no mercado são etapas importantes. A marca deve ser criada com base no posicionamento que a empresa quer ter no mercado, já que é ela quem vai passar a mensagem aos consumidores, fornecedores, parceiros e demais públicos.

Uma característica importante é que a marca seja fácil de lembrar. Nomes longos e difíceis dificultam a assimilação da  mensagem. O nome deve “grudar” na mente do consumidor. Durante o processo de levantamento de ideias sobre o melhor nome, as melhores opções são aquelas que você lembra sem ter que olhar a lista de nomes sugeridos. Esses são os nomes que têm maior potencial de “gravação” na memória dos consumidores.

Estudos mostram que nomes curtos são melhores para memorização. Por isso, empresas com nomes menores são lembradas com mais frequência pelos consumidores. Não se trata de uma regra, mas de uma constatação.

Importante também que a marca não tente ser muito parecida com a do concorrente. No curto prazo, pode parecer uma estratégia interessante para se aproximar da marca mais famosa, ou líder do mercado. Mas, no longo prazo, pode deixar sua marca com uma imagem de “cópia” e sem identidade própria. Além de acabar confundindo o cliente, a empresa pode, no pior dos casos, ser processada.

Nomes regionais e pessoais também devem ser bem avaliados. Associar a empresa a uma cidade, por exemplo, pode limitar o crescimento da marca em outras regiões com características diferentes da original. Já o uso do nome pessoal pode manter o empreendedor ligado a um tipo de negócio, e no caso de tentar desenvolver uma nova empresa em outro segmento, poderá ter dificuldades de construir a nova marca.

Veja três dicas rápidas para pensar na sua marca:

1)  Tente criar uma nova linguagem
2) Inventar uma palavra pode ser uma boa saída
3) Combinar duas palavras ou conceitos pode fazer surgir um nome criativo e inovador.

Fonte: Exame (via Blog do Comércio Varejista Sebrae)

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