Arquivo para categoria Construção

Etiqueta da obra

10 mandamentos para fazer bonito entre os vizinhos

Vai construir, reformar ou simplesmente derrubar uma parede? Saiba que uma obra pode levar o seu vizinho à loucura. Barulho, sujeira e entra e sai dos profissionais são alguns dos incômodos para os outros moradores. Para evitar as reclamações, fomos atrás de profissionais e montamos um manual do bom senso que vale até para uma pinturinha discreta.

O arquiteto Gustavo Calazans procura simplificar para consumir menos tempo e material. “Máxima transformação com mínima intervenção” é o seu lema. Ele sugere, independentemente do tamanho da obra, uma aproximação amigável com os vizinhos. “Uma denúncia na prefeitura pode embargar o projeto. Quem está construindo ou reformando passa a ser responsável por qualquer problema na vizinhança.”

Toda mudança requer atenção, mas se for em condomínio precisa de cuidado dobrado: além das leis de cada município, é necessário seguir as normas internas. “Antes mesmo do projeto, vale conhecer as regras para horários, limpeza das áreas comuns ou despejo de entulho”, avisa Cristiano de Souza Oliveira, advogado especializado em condomínios. Assim, você evita as reclamações dos vizinhos e do síndico.

Vamos às dicas para construir e reformar sem perder a amizade com a vizinhança:

 1 – Planejar
Não adianta pressa para começar logo. O projeto detalhado é fundamental: “Sem ele, a obra se atrapalha no meio”, diz Calazans. Esgotar todas as possibilidades leva à melhor solução e evita que o processo gaste mais tempo que o previsto. Nos condomínios, também é importante consultar a norma interna.

2 – Simplificar
Na reforma, que tal manter ou transformar o que for possível? “Se o azulejo é feio, uma opção é pintar. Não precisa trocar todo o revestimento”, diz Calazans. Assim, a obra acabará mais rápido, fará menos barulho e usará menos materiais. O mesmo vale para as louças sanitárias: “Se estiverem em bom estado, sou contra a troca. Procuro fazer reformas menos invasivas”, completa.

3 – Precaver-se
É fundamental conversar com os vizinhos antes de qualquer obra começar, explicando todos os detalhes, pois uma denúncia na prefeitura pode até embargar o projeto. Calazans sugere um laudo das casas ou apartamentos vizinhos. “Quaisquer alterações, como rachaduras, serão responsabilidade de quem está em obra.” No caso de condomínios, também é necessário apresentar o projeto ao síndico, que pode e deve fiscalizar se tudo está sendo cumprido.

 4 – Prezar pela segurança
“80% dos assaltos e arrastões acontecem pela porta da frente”, conta o advogado Cristiano. O condomínio deve exigir a identificação de todos os trabalhadores. “Considero uma obrigação moral do morador manter a segurança de seus vizinhos”, completa. É papel do síndico vetar a entrada de funcionários não autorizados. Também é fundamental avisar a administração se for receber mercadorias.

5 – Respeitar os horários de silêncio
Eles variam de acordo com o condomínio, mas devem ser seguidos à risca. Exceções apenas em emergências, como um cano estourado de madrugada. Senão, o morador está sujeito a multa. Fora dos condomínios, valem as leis de silêncio de cada cidade.

6 – Controlar de perto a sujeira
O responsável pela obra é o responsável pelo entulho. Então nada de largar lixo na calçada. É preciso consultar a lei de cada cidade para retirada dos dejetos – normalmente, é preciso usar uma caçamba. Em prédios, também é importante respeitar os horários para a retirada do lixo.

 7 – Cuidar das áreas comuns
Quem mora em condomínios, tem que se preocupar também com elevadores e escadas. “Sugiro, durante a obra, manter o elevador sempre forrado e evitar usar a escada, onde a sujeira se espalha com mais facilidade”, diz Cristiano. Também é bom lembrar que espaços como jardins e salões são para uso dos moradores e não de terceiros. Então nada de funcionários almoçando no parquinho. “O que pode é pedir autorização para eles usarem um refeitório, se houver.”

8 – Contratar mão de obra especializada
“A falta de profissional é um problema”, conta Calazans. Este acompanhamento é importante para antecipar os problemas e evitar erros e atrasos. Pensar que obra sem profissional é mais barata é um mito, porque depois haverá gastos para consertar o que deu errado.

9 – Reparar possíveis danos
Se você está disposto a construir ou reformar, tem que saber que será o responsável por qualquer dano a seu vizinho. Mesmo se a estrutura da construção dele for frágil, o seu quebra-quebra será o causador das rachaduras.

 10 – Quando terminar, agradecer a paciência de todos
Ufa! A obra terminou. Que tal agradecer a paciência da vizinhança? Nos condomínios, vale escrever um comunicado oficial e pedir para a administradora distribuir entre os moradores. Se não for cumprir o prazo estipulado, é fundamental avisar o atraso o quanto antes.

Fonte

Anúncios

Deixe um comentário

Quais são as diferenças entre os vários tipos de esquadrias?

O edifício Louveira, de Vilanova Artigas, localizado na praça Villaboim, em São Paulo, possui janelas do tipo ideal, comum nas décadas de 50 e 60, com abertura de 100% do vão

Esquadria é o nome que se dá, em um projeto ou obra, às janelas, portas, portões, venezianas e demais aberturas dessa natureza. Esse é um dos itens mais importantes de uma obra, e muitas vezes figura entre os mais custosos, geralmente variando de 9 a 18% do total de uma construção de alto padrão.

Existe uma infinidade de tipos de esquadrias para sua obra. É um passo muito importante escolher corretamente, não apenas por questões estéticas, mas também por desempenho. Podemos pensar nas esquadrias divididas em dois grandes grupos – as esquadrias prontas, que são adquiridas em lojas de varejo, em medidas padrão pré-determinadas, e as esquadrias feitas sob medida para a obra, realizadas sob encomenda, conforme o projeto. As esquadrias de quase todas as espécies e materiais existem dentro dessas duas grandes subdivisões – as prontas e as feitas sob medida.

E quais os tipos de esquadrias que existem?

São muitos os tipos de esquadrias, e eles variam não somente em relação ao material, mas a natureza da abertura. Vamos vislumbrar as mais comuns, para que seja possível entender quais as principais diferenças entre elas:

De abrir: é o clássico exemplo de portas e janelas de abrir. Uma folha ou mais se abre, girando sobre dobradiças ou pivô (no caso das portas pivotantes, por exemplo) para fora ou para dentro do ambiente.

De correr: muito comuns, são as janelas e portas que correm lateralmente a partir de um trilho no chão ou no teto (apoiadas ou penduradas). Existem muitos tipos de trilhos diferentes, apropriados para tamanhos diversos, e a boa escolha do trilho é essencial para o funcionamento adequado destas esquadrias. A desvantagem do caixilho de correr é que geralmente metade do vão (espaço aberto para o exterior ou outro ambiente) acaba sempre fechado pelo recolhimento das folhas. É possível, no entanto, realizar a janela ou porta de correr de tal forma que as folhas fiquem acumuladas atrás de uma parede ou painel, graças a um prolongamento do trilho, em especial nas esquadrias feitas sob medida.

Basculante: a janela basculante (também existem os portões basculantes de garagem, muito comuns) é aquela que abre graças a pivôs localizado em suas laterais. Quando a báscula abre, parte da janela se projeta para fora e parte para dentro do ambiente. As clássicas janelas que se fecham quando se solta uma corrente presa a parede (geralmente usada em lugares altos) é um bom exemplo de janela basculante com pivô excêntrico (que não fica bem no meio da janela). Os famosos vitrôs, que são abertos por meio de alavanca, também são da família das esquadrias basculantes. O uso de cortinas fica prejudicado por esse tipo de esquadria, pois parte dela se projeta para dentro do ambiente, batendo no tecido.

Maxim-Ar: muito comum nos modelos de alumínio, é a janela que se abre de forma similar à basculante, mas toda sua folha se projeta para fora do ambiente, podendo chegar a uma abertura de quase 90 graus. Ela pode parar em qualquer ponto de sua abertura, graças ao uso de uma corrediça especial de mesmo nome em suas laterais, ao invés do pivô da janela basculante.

Guilhotina: a janela guilhotina é a conhecida janela de fazenda – uma folha em cima e uma embaixo, com venezianas de abrir. Você pode escolher se deixa a parte superior ou inferior aberta. Quando coloca as duas folhas para cima, elas ficam presas por meio de borboletinhas metálicas nas laterais. O inconveniente dessa janela é que quase todo mundo conhece alguém que já deixou a janela cair no dedo e perdeu uma unha!

Camarão: são aquelas em que as folhas vão correndo e dobrando ao mesmo tempo, recolhendo-se e deixando quase 100% do vão aberto. Às vezes são conhecidas como sanfonadas. Os trilhos permitem que as folhas corram horizontalmente e que se recolham para frente e para trás como em um leque. O inconveniente dessa solução é que estes trilhos geralmente não são tão eficientes como os outros modelos e as esquadrias tendem a emperrar com mais facilidade. A operação do manuseio desse tipo de esquadria também é um pouco menos intuitivo para o usuário.

Ideal: a janela ideal é um tipo de janela muito interessante, utilizado no Brasil nos anos 50 e 60, mas que caiu em desuso nas últimas décadas. Trata-se do uso de duas folhas de janela que se fecham como a janela guilhotina, mas no mesmo plano. Quando se abre uma para cima ou outra para baixo, um sistema de contrapesos embutidos dentro da janela faz com que a outra folha também se recolha, obtendo aí 100% de abertura do vão. O famoso edifício Louveira, de Vilanova Artigas, em São Paulo, é um bom exemplo do uso desse tipo de janela.

Ainda existem alguns outros tipos de aberturas de janelas, como janela de tombar (espécie de maxim-ar invertido, persianas de enrolar, vidros fixos e mesmo combinações entre eles, como o que o mercado brasileiro chama de “janela alemã”, uma espécie de janela que pode abrir ou tombar.

As esquadrias podem, alem das variações de funcionamento, ter aspectos e qualidade totalmente diferentes em função do material. Grosso modo, as esquadrias podem ser em:

Alumínio: além de possuir vários acabamentos e ser de um material extremamente durável, a esquadria de alumínio é geralmente muito precisa e estanque (com exceções das janelas padrão mal feitas que se vendem em diversos centros de construção no país). O alumínio oferece muitas opções de acabamento e não enferruja, sendo adequado para construções à beira-mar, por exemplo. As janelas termoacústicas, muito utilizadas fora do Brasil, mas cada vez mais consumidas internamente por conta do barulho das grandes cidades, são geralmente de alumínio, utilizando um perfil mais parrudo e complexo, assim como vidros duplos ou triplos.

Madeira: as janelas neste material podem ser realizadas em quase todos os tipos de abertura, e confeccionadas em diferentes tipos de madeira, com preços que variam conforme a região do Brasil. Itaúba, grápia, freijó e jatobá são algumas das madeiras que podem ser utilizadas nas janelas. Como as madeiras são muito diferentes entre si, por se tratar de um material natural, converse com um especialista se optar por realizar peças sob medida para obter o melhor resultado possível.

PVC: no mercado brasileiro há menos tempo, as esquadrias de PVC vem ganhando muito espaço. São duráveis, bonitas e fáceis de limpar, contando com precisão similar as de alumínio.

Ferro: o uso de ferro nas esquadrias é tradicional no país, mas infelizmente a qualidade de sua mão de obra decaiu muito nas últimas décadas. É possível realizar esquadrias das mais variadas naturezas e dimensões com o ferro, mas é realmente necessário encontrar um bom profissional. A grande vantagem do material é o custo baixo em relação aos demais, mas a manutenção do aço é mais trabalhosa e constante por conta da oxidação e da pouca precisão de seus componentes.

Vidro: são os sistemas apenas em vidro, geralmente temperados, com pequeninos perfis cantoneira de alumínio em suas laterais. Também são conhecidos como “sistema blindex”, “vitrine de loja” e variações. O interessante desses sistemas é a transparência obtida, como um pano de vidro inteiriço quando fechado. O aspecto ruim é que não é possível realizar todos os tipos de aberturas comentados com esse sistema.

Existem ainda janelas de outros materiais e até de concreto, mas são variações inusitadas dos temas descritos acima, que correspondem à grande maioria das opções. O importante é imaginar que, quando estamos colocando aberturas em uma construção, elas possuem forte impacto nas fachadas e aparência final da casa. Pense em que aberturas estão sendo propostas em seu projeto, fuja da solução menos pensada (ela provavelmente deixará entrar muito frio em sua casa e pouca iluminação) e tenha uma casa bonita e confortável.

Fonte: UOL Estilo – Casa e Imóveis

Deixe um comentário

Construsul 2012

Porto Alegre sediará a 15ª Feira Internacional da Construção

01 a 04 de Agosto de 2012

14 às 21h – FIERGS – Porto Alegre-RS

A Feira

A CONSTRUSUL vem há 15 anos realizando o maior encontro da construção civil da Região Sul, onde se reúnem a indústria, o varejo, compradores, entidades setoriais, representantes de governo e a imprensa. Todos, com a proposta de sinalizar o desenvolvimentodo setor. A CONSTRUSUL recebe hoje as maiores empresas do segmento, mostrando além de sua credibilidade, o elevado grau de desenvolvimento que atingiu, sendo apontada como uma das primeiras feiras no ranking do setor no Brasil e a maior da Região Sul.  Tornou-se mais do que um evento local, pois, além de contar com expositores internacionais, tem tido um considerável número de visitantes e compradores de outros Estados e do Mercosul, interessados nos produtos e na tecnologia que expõe.  A feira tornou-se o mais importante evento do setor habitacional na Região Sul sendo uma excelente vitrine para quem deseja prospectar bons negócios.

Fonte: http://www.feiraconstrusul.com.br/construsul/

Deixe um comentário

Quais os tipos de tintas para obras e reformas?

Quais os tipos de tintas para obras e reformas?

Dentre as muitas opções de produtos disponíveis no mercado para reforma ou construção é difícil definir qual melhor se enquadra de acordo com o desejo ou expectativa de resultados. Primeiro é necessário definirmos quais mudanças serão feitas e depois quais materiais serão utilizados. Verifique as referências e entenda melhor sobre, o que é, como funciona, aplicação, utilização, duração, custo, rentabilidade, enfim tudo o que for possível, para conseguir diferenciar e  optar. A tinta, por exemplo, é um item muito complexo, pois há muitas opções e cada uma delas possui uma indicação para aplicação e uso.

Tinta é a preparação, geralmente na forma liquida, utilizada para revestimento, proteção e decoração. Quando na preparação não há pigmentos ela é chamada de verniz. A tinta é basicamente composta por resina, pigmento, aditivos e solvente.
São os tipos: Tinta acrílica, tinta epóxi, tinta PVA, tinta emborrachada, tinta esmalte, tinta óleo e vernizes. Abaixo algumas dicas sobre:

O que é tinta acrílica?
É uma tinta sintética composta por resina acrílica proveniente de matérias primas obtidas da destilação do petróleo e derivada do ácido acrílico. É solúvel em água, de fácil aplicação e possui secagem rápida. Pode ser utilizada interna ou externamente. É durável e resistente por isso seu uso é recomendado principalmente para aplicação em exteriores. Possui odor suave e é fácil de limpar. Pode ser aplicada em várias superfícies como reboco, concreto, fibrocimento, massa acrílica, alvenaria, gesso, telhas e texturas. É encontrada nos acabamentos fosco,metálico e semi brilho.

O que é tinta Epóxi?
É uma tinta de alta resistência  á base de resina epóxi,  fornecida em dois componentes e dispersa em solvente. Possui alto brilho, grande aderência, durabilidade, resistente á umidade e a produtos químicos. Usada para proteção e acabamento. É importante ressaltar que mesmo sendo resistente e de função protetora a tinta epóxi não combate a umidade proveniente do solo, nem funciona como impermeabilizante.  A sua aplicação é indicada  para uso industrial em pintura de tanques, tubulações e estruturas em ambientes agressivo em geral. Proporciona uma película vitrificada, não-tóxica por isso é usada também em residências, hospitais, construções civis em geral. Pode ser aplicada nas paredes, no teto, estruturas de concreto, estruturas metálicas, pisos e azulejos. Pode ser encontrada nos acabamentos, acetinado, fosco e brilhante.

O que é tinta PVA?
É uma tinta á base de acetato de polivinila (PVA) e água. Não é lavável. Tem características parecidas com a tinta acrílica porém é somente recomendada para uso de interiores por não ser resistente ao sol ou chuva. De fácil aplicação, secagem rápida, baixo odor e acabamento fosco.Pode ser utilizada para dar acabamento em móveis, artesanatos, reboco, gesso e somente para interiores. Seu custo-beneficio é bom relativo á sua durabilidade.

O que é tinta emborrachada?
É uma tinta acrílica elástica composta de resina acrílica, pigmentos inorgânicos e/ou orgânicos, cargas minerais inertes, aditivos químicos, espessantes, agentes de conservação e coalescentes. Sua aplicação forma uma película impermeável flexível que acompanha as imperfeições da superfície e impede a infiltração da umidade. Possui excelente aderência. Resistente ao sol excessivo, chuva, maresia, alcalinidade, por isso é indicada principalmente para paredes externas e telhados. Pode ser diretamente aplicada nas superfícies de fibrocimento, barro, gesso, concreto, zinco, alumínio e galvanizado com a propriedade de redução térmica e acústica do ambiente que está sob sua cobertura. De fácil aplicação e acabamento fosco.

O que é tinta esmalte?
É uma tinta á base de resinas sintéticas e polímeros. Possui ótimo acabamento, aderência e rendimento. Tem função decorativa e proteção quanto ao desgaste e resiste bem a luz. Geralmente aplicada em grades, janelas, batentes, portas, portões, chapas e mesas. Indicada para superfícies de madeira, metal, porcelanas, gesso, também usada em patinas e artesanatos. O diferencial desta tinta está em seu acabamento brilhante que proporciona a área aplicada aparência de pintura nova por tempo prolongado mas também é encontrada em acabamento fosco. A secagem desta tinta é lenta e tem forte odor.

O que é tinta óleo?
É uma tinta composta de resina alquídica à base de óleo vegetal. É indicada para superfície interna de madeira, metal e alvenaria, ferro, aço carbono, alumínio e galvanizados. É um produto flexível de fácil aplicação, boa aderência e ótimo brilho. Possui boa resistência a diversos climas e a luz.

O que é verniz?
O verniz é uma dispersão sem pigmento, quando aplicado forma uma película protetora que dá brilho e acentua a textura da superfície que o recebe. Composto de resinas, óleo secante, solventes e aditivos, o que o difere da tinta é a não utilização de pigmento. Usado como revestimento protetor ou decorativo. É pouco resistente á luz, porém são muitos os tipos e funções de vernizes disponíveis atualmente, cada um com aplicações específicas, que se diferenciam pelo tipo de madeira, aplicação e local, em ambientes externos, por exemplo, existem vernizes com filtro solar que auxilia na durabilidade do produto e são indicados unicamente para portas de passagem e área externa. Entre as opções estão:verniz tingidor, verniz tradicional marítimo, verniz automotivo, verniz acrílico á base d’água e verniz epóxi, cada um indicado para tipos e superfícies diferentes.

Fonte: clickobra.com

Deixe um comentário

Casas pré-fabricadas

Ideabox é uma empresa de arquitetura de Portland, em Oregon nos EUA, que lançou uma linha de casas pré-fabricadas. O projeto, chamado “Aktiv”, conta com o mobiliário da famosa Ikea.

As casas têm 74 metros quadrados e apenas 1 quarto. A intenção dessa linha é que as casas sejam o mais ecofriendlypossível, tendo sido projetadas para não desperdiçar nenhum espaço. Elas são construídas com uma combinação de fibra de cimento e tapume de metal ondulado, com um telhado de metal. O interior é clean e moderno, com espaços abertos, e muito vidro que funde os espaços outdoor e indoor.

A cozinha oferece flexibilidade e tendo sido projetada em torno de um espaço central, fazendo uso inteligente do espaço. Ela vem equipada com cook top, forno convencional, uma geladeira com a aprofundidade do balcão, uma máquina de lavar louça e tem muito espaço no armário. Além disso, os clientes podem escolher os seus próprios esquemas de cores, incluindo o piso. O banheiro tem duas pias, enquanto o quarto é equipado com sistema de closet da Ikea.

O projeto foi apresentado ao público durante o Portland Home & Garden Show e seu preço gira em torno de R$ 158 mil, segundo cotação da moeda atual.

Fonte: Gizmag (via Blog Elogios por dia!)

Deixe um comentário

O primeiro Drive Thru de materiais de construção

Muito se fala em diferencial, mas o interessante e que nem todas as marcas sabem, é que o atendimento é o diferencial mais inimitável que uma marca pode ter. Mas já tem empresa pensando assim.

É o caso dessa nova filial da Leroy Merlin, que, acreditem, é um Drive Thru.

A Leroy Merlin inaugurou em Ribeirão Preto, sua primeira loja Drive Thru. Com localização próxima à loja principal e conceito totalmente inovador, o novo empreendimento oferece ao cliente a possibilidade de comprar material de construção com muito mais facilidade. O consumidor entra com seu veículo no Drive, escolhe os produtos e já leva na hora. A variedade, preço de loja de bairro e quantidade disponível de mercadorias são o grande diferencial.

Leroy Merlin inaugura novo conceito de loja - Drive Thru da Construção

O Drive Thru da Construção oferece também outras novidades como a venda por atacado e para empresas do setor, e desconto proporcional à quantidade comprada, pois a loja tem estrutura para atender construtoras, empreiteiras, lojas de bairro e profissionais do segmento.

Além disso, oferece também o serviço de aluguel de maquinário como, compactadores de solo, andaimes, macacos hidráulicos, compressores, lixadeiras, furadeiras industriais, geradores, plataformas elevatórias, entre outros.

Outro diferencial bem legal é o Clube do Especialista Leroy Merlin. Destinado a especialistas como pedreiros, eletricistas, encanadores, e afins, trata-se de cursos profissionalizantes gratuitos aos quais eles terão acesso. Nesse “clube” os profissionais também poderão receber outros benefícios como brindes e vale-compras.

Fontes: LabCom Comunicação Total e Blog Elogios por Dia!

Deixe um comentário

Dicas para a sua cozinha!

Em todos os momentos da nossa história, a cozinha mostrou ser o ambiente preferido pelo brasileiro, onde a família e seus amigos mais íntimos se reúnem para um bate-bapo acompanhado por quitutes e o tradicional cafezinho. Atualmente, ela conserva o seu espírito de hospitalidade e intimismo, mas hoje é quase um templo de tecnologia e eficiência.

Sua evolução passa necessariamente pelo conceito de funcionalidade, o que requer um planejamento adequado, obtido através de um projeto considerando desde a arquitetura até a distribuição dos espaços e dos equipamentos. Os principais fatores a ser considerados são:

DISTRIBUIÇÃO
Se a área para cozinha é pequena, pode-se condensar o espaço dos componentes essenciais, como pia, bancada, refrigerador e fogão, alinhando-os em uma parede para permitir a circulação. Nesse caso, a pia ficará entre o fogão e o refrigerador, para torná-la eqüidistante dos outros pontos.

Nas cozinhas compridas ou estreitas, pode-se ocupar duas paredes, uma em frente à outra, no arranjo dos equipamentos principais. A alternativa é bem funcional, desde que numa parede fique a bancada com a pia e, na oposta, os outros itens.

Os ambientes em forma de “U” ampliam os espaços, facilitando a locomoção. Neste caso, a pia deve ser isolada junto à parede adjacente a outras duas, mantendo a área central destinada à circulação, permitindo aumentar o espaço ocupado por armários.

Com o desenho em “L” as áreas são mais bem aproveitadas. Recorre-se às duas partes adjacentes como centros de trabalho, deixando livre o resto do local para a circulação. É possível também a colocação de armários e a criação de um cantinho para refeições.

Outra solução é a “ilha”, quando o lugar for espaçoso. Ela pode conter armários, bancadas, ou então formar um grande conjunto com pia, fogão, prateleiras e refrigerador. Entre as formas de distribuição para concepção de uma “ilha”, encontram-se as cozinhas em “L” e em “U”.

LUZ E VENTILAÇÃO
Uma boa iluminação e ventilação conferem conforto e praticidade à cozinha. A iluminação natural é indispensável: a janela deve ficar sobre a pia, entre os armários superiores e a bancada. Ela funcionará como um ponto de partida importante, mas, obviamente, sem substituir a concepção da luz artificial. Caso não haja incidência de raios solares sobre a bancada da pia, pode-se instalar uma lâmpada fluorescente direcionada sobre o local. A luz fria é indicada também para o teto, com vantagem de não emitir calor nem gerar sombras.

Para obter uma boa ventilação, o relacionamento entre portas e janelas é fundamental. Se arquitetura permitir, as saídas de ar devem estar constantemente viradas para o exterior da residência, impedindo o acúmulo de gordura nos ambientes vizinhos. Essa relação entre portas e janelas não pode comprometer as correntes de ar.

HIDRÁULICA
Um bom planejamento de uma cozinha começa sempre pelo projeto hidráulico, que deve ser obedecido à risca.

Se for instalada tubulação para água quente, deve-se preferir tubos e conexões de cobre devido à alta resistência do material. Registros e torneiras devem ser sempre de boa qualidade, minimizando a ocorrência de problemas posteriores como vazamentos, infiltrações, etc.

O abastecimento inadequado de água pode comprometer todo o funcionamento hidráulico. A caixa d’água colocada no ponto mais alto da residência garante uma satisfatória pressão da água. Para assegurar maior eficiência, pode-se pressurizar com equipamentos específicos a distribuição de água dentro da casa.

ELÉTRICA
A cozinha é um espaço que exige uma boa quantidade de pontos de luz, levando-se em conta o grande número de equipamentos eletrônicos necessários ao seu funcionamento. Parte deles exige circuitos independentes, e mesmo os aparelhos menores que não são empregados constantemente, como o liquidificador, torradeira ou batedeira, podem causar sobrecarga, quando ligados ao “benjamim”, provocando curto circuito.

Sobre o tampo da pia deve ser colocada pelo menos uma tomada para cafeteira elétrica, espremedor de frutas ou utensilíos menores. Geladeira, forno de microondas, fogão a gás, freezer e exaustor também exigem ponto próprio.

Se a residência dispõe de aquecimento central, pode-se recorrer a ele para esquentar a água da pia. Outra solução são os aquecedores de passagem ou aparelhos individuais de aquecimento.

REVESTIMENTO
O conforto e a sensação agradável que a cozinha apresenta dependem muito do aspecto dado pelos revestimentos do piso, forros, armários e paredes. O mercado oferece muitas alternativas, que devem ser pesquisadas, sempre com a orientação de um especialista.

O material do piso deve ser o menos poroso, evitando a fixação de gordura. Os materiais porosos dificultam a conservação. Mármore, granito ou diversos tipos de cerâmica ou azulejos são recomendáveis. A cerâmica vitrificada é uma das opções mais indicadas para o piso. Versatilidade, resistência e durabilidade são as características que garantem fácil manutenção. Uniforme nas cores e com veios realçados, o granito valoriza esteticamente a cozinha, além de permitir limpeza quase tão fácil quanto a cerâmica vitrificada.

O emborrachado é uma alternativa para pisos antiderrapantes. Sua colocação é fácil, diretamente sobre o cimento ou qualquer outra superfície. Os laminados plásticos adaptam-se bem a esse ambiente e estão disponíveis em diversas cores, com acabamento fosco ou brilhante. Os revestimentos cerâmicos também podem ser utilizados, porém o seu assentamento deve ser cuidadoso, para impedir a formação de lacunas, que com o tempo acabam retendo sujeira e gordura. A pintura à base de epóxi, embora requeira cuidados na execução, é outra possibilidade de acabamento.

A madeira, se usada como acabamento para revestir bancadas e balcões, deve ser impermeabilizada. Contudo, o aço inox ou o granito asseguram maior durabilidade. Cerâmica e azulejos não são indicados para bancadas, pois o uso constante acaba por reter sujeira.

Os armários em alvenaria são práticos e bonitos, mas o revestimento é essencial. As tintas a óleo ou epóxi são mais econômicas. O laminado é o mais usado e indicado em função de sua praticidade. Deve-se evitar estruturas em aglomerado, que, com o tempo, tendem a soltar as dobradiças e puxadores.

Fonte: Revista Arquitetura e Construção (via CATEP)

Deixe um comentário