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Pisos e revestimentos, como reformar sem causar entulho?

Pisos e revestimentos, como reformar sem causar entulho?

Os pisos e revestimentos são partes importantes de uma residência não somente pela estética que agregam ao ambiente, mas também pela qualidade e segurança oferecidas. Esses fatores são pontuais no momento de decidir a reforma e troca dessas peças. A instalação de um piso ou revestimento novo geralmente ocasiona grande trastorno e dor de cabeça, e ainda se a tarefa não for realizada por mão de obra qualificada e competente é possível ter algumas dores de cabeça. Para evitar um possível quebra quebra é indicado avaliar quais são as melhores opções para reformar com praticidade e qualidade.

A técnica de colocação do piso sobre piso é uma boa alternativa para realizar a reforma de modo eficaz, rápido e prático. Esse modo de assentamento não oferece barulheira, há grande economia quanto a instalação do piso novo, não proporciona sujeira em demasia, além de oferecer alta facilidade e praticidade. A instalação do revestimento ou piso novo é realizado com a aplicação de uma argamassa colante própria e requer a verificação das medidas. Para superfícies resinadas como  a ardósia é preciso retirar a camada de resina para que a argamassa tenha efeito sobre o piso antigo  e permita a instalação do piso novo.

É necessário ter atenção a alguns detalhes básicos que garantem o sucesso dessa reforma como a verificação de peças soltas, se houver algum caso no seu piso é preciso corrigir essa falha para que a nova peça ou revestimento não seja prejudicado posteriormente com a mesma falha. É necessário evitar a lavagem excessiva, pois poderá ocorrer descolamento das peças novas pela umidade em demasia. No caso de portas, soleiras e pontos de escoamento de água é necessário ajustar para o nível da nova camada. O mercado já disponibiliza peças adaptadas com espessura menor e acabamento final ultrafino de alta tecnologia, vale a pena conferir e escolher o tipo que melhor se enquadra a sua residência.

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Pelo Mundo – Sunny Side House por Wallflower Arquitetura

Conheça esse esse projeto lindo feito pela Wallflower Arquitetura em Cingapura!

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Os clientes, uma família de cinco pessoas, queriam uma casa que girasse em torno da vida familiar e da união. A implicação deste ideal é que os espaços não precisam ser organizados ou definido com muita rigidez para hierarquias formais ou culturais. Há vantagens de ser tido a partir de uma forma estreita, uma vez que, naturalmente, limita a profundidade de quartos. Além disso, os espaços recebem mais luz natural e estão mais bem ventilados devido à proporção rasa. O 1 º piso está concebido para ser um espaço linear contíguo, onde estar, jantar, cozinha são dispostas em série, mas com pouca demarcação física.

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Projeto: Wallflower Architecture
Fotos: Marc Tey

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Fast fashion – Moda a todos!

Zara

Assistimos emergir uma nova forma de consumo no mundo, cuja origem poderia ser resumida pela aceleração da demanda, o consumo de massa e a necessidade por personalização.

Trata-se do consumo fast; um modelo que tem alcançando sucesso e está personificado principalmente na figura das grandes redes de loja de departamento no setor do vestuário, tais como Zara, Forever 21, H&M e American Apparel.

Essas lojas adotam o fast-fashion, cuja fórmula imbatível visa:

  • Trabalhar com várias mini-coleções ao longo do ano, com quantidade limitada de peças a fim de reduzir perdas, caso a venda não seja satisfatória, além de conquistar clientes ávidos por personalização.
  • Não investir em pesquisa de tendências. As coleções são lançadas tardiamente e apenas seguem as tendências que já foram lançadas, aceitas e consolidadas, evitando assim riscos em apostas e economizando com pesquisa em tendências.
  • Aliar bom preço a qualidade e estilo nas peças.

H&M

Durante a crise americana, enquanto várias lojas lutam para manter-se de portas abertas, redes como a H&M e a Forever 21 planejam abrir novos pontos de venda e introduzem lojas conceito.

O sucesso é creditado, segundo os executivos que as administram, a uma série de fatores como planejamento e administração e, principalmente, à percepção de que as pessoas mesmo em períodos de crise continuam querendo comprar, no entanto tornam-se mais seletivas quanto ao preço que deve ser menor a fim de expandir seu poder de compra, e quanto ao estilo das peças que como serão compradas em menor quantidade devem ser a mais exclusiva possível.

A minimização das margens de erro é a chave principal para entender o sucesso do modelo fast fashion que sabiamente alia duas forças contraditórias: a exclusividade em um processo em larga escala a um preço acessível.

H&M

O consumidor de hoje está cansado das incessantes promoções a cada temporada: ele quer obter produtos fashion mais vezes que quando muda as estações. E é baseado nisso que o modelo fast fashion dá o pulo do gato, oferecendo-lhe o que parecia impossível.

Então onde entra o visual merchandising?

Em absolutamente todo o mecanismo do fast fashion. Se este modelo propõe exclusividade e rapidez na troca de coleções requer cenários e apresentações visuais que sigam essa mesma dinâmica.

Zara

O fast fashion encontra no visual merchandising uma indispensável ferramenta de trabalho que reflete através das suas ações e práticas no ponto de venda a mesma linha que guia os produtos que determinada loja oferece.

O planejamento de visual merchandising de uma loja de consumo fast precisa ser feito com antecedência, bastante cuidado e profissionalismo, já que contempla uma arquitetura mais complexa para se adequar às várias mudanças ao decorrer do ano.

As apresentações visuais devem ser dinâmicas, claras e facilitadoras de leitura.

O elemento do novo deve guiar todo esse processo para que as lojas de fast fashion possam criar um clima excitante a cada trocar de coleção.

O ambiente da loja deve conspirar a favor da mesma, fazendo do visual merchandising o primeiro vendedor do produto de consumo fast.

Por investir em Visual Merchandisng mais que qualquer outro modelo, resulta em lojas que se tornam modelos de sucesso no seu uso, como é o caso da Zara, a grande expoente do modelo fast fashion e também o case mais bem sucedido no mundo por ser uma loja que construiu uma identidade e ficou conhecida internacionalmente pelo seu ponto de venda e sua compra rápida e cheia de conceitos da moda.

Fonte – por Aliana Aires

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10 dicas para melhorar a segurança da sua casa

alarme-moradia-casa-apartamento-prosegur-securitassegurança da sua casa pode ser potenciada se colocar em prática algumas dicas que diminuem muito o perigo da nossa moradia ser assaltada.
Como diz o ditado:“A ocasião faz o ladrão”. Muitos dos assaltos a moradias acontece porque não tomamos as devidas precauções e somos um pouco desleixados em pequenos pormenores que praticamente informam aos possíveis ladrões de que a nossa moradia está disponível para ser assaltada.

Fica uma lista de simples dicas para melhorar a segurança da sua moradia

1. Portas Com Segurança

Opte por portas bastante resistentes e que todas as janelas que próximas de portas estejam também reforçadas. Caso verifique que a sua porta não é suficientemente resistente opte por trocar a sua porta por uma porta blindada.

2. Compre trincos resistentes, com várias trancas de segurança.

Os assaltantes quando querem roubar uma casa derrubam qualquer obstáculo no entanto não lhes devemos simplificar a tarefa. Devemos optar por utilizar umfechadura com diversas trancas. Muitas das portas que os construtores colocam em obra têm fechaduras fracas que são facilmente abbertas com recurso a um simples cartão de crédito.

3. Trancas nos Estores

Estores com trancas por dentro e barras de ferro em janelas que fiquem no rés do chão são elementos que apesar de não serem muito estéticos são de alta eficácia no aumento da segurança da sua moradia.

4. Tranque Portas Deslizantes

Portas deslizantes também precisam de trancas! Não se esqueça de proteger com uma boa fechadura as portas delizantes de sua casa.

5. Coloque Alarmes na Garagem

Alguns dos valores mais valiosos que temos em nossa casa estão guardados na garagem e muitas vezes desleixamo-nos na sua salvaguarda. Para além disso temos de nos lembrar que a garagem é em muitos casos uma zona de acesso para a nossa casa.

Nunca se esqueça de fechar a porta da sua garagem e de activar o alarmedeste compartimento.

6. Mantenha a Casa Visível

Todos gostamos de ter a nossa privacidade, mas também nos devemos lembrar que essa privacidade também funciona quando estamos a ser assaltados. Uma casa com muros ou sebes altas é perfeita para ser assaltada sem que os vizinhos dêm conta.

Certifiquem-se também que não tem árvores que possam funcionar de acesso a pisos superiores da moradia.

7. Instale Luzes Automáticas

Instalar algumas luzes que acendam automaticamente de forma aleatória é uma forma barata de manter a sensação de ter a casa ocupada.

Cuide de não dar pistas de que a casa não está ocupada.

Varie no local em que deixa o seu carro. Se tiver um segundo carro deixe-o na casa que estiver desocupada e sempre que for a casa troque o local em que ele está estacionado.

8. Planeie as Férias

Sempre que for de férias, peça a alguém para ir a casa regularmente e abrir as janelas.

Manter ruídos dentro de casa ajuda a criar a ideia de que a casa está ocupada. Um rádio de pilhas é mais do que suficiente para aguentar vários dias ligado.

9. Procure Um Bom Sistema de Alarmes

Existem muitas empresas de alarmes que fornecem soluções económicas para proteger a sua casa.

Pense que por algumas centenas de euros pode garantir a segurança de milhares de euros.

Provavelmente tem um seguro para a casa, mas pode poupar muito mais dinheiro se também adquirir uma solução de alarmes. Ter um sistema de alarmesimplementado em casa é um factor de redução na mensalidade do seguro de recheio da habitação.

10. Não se Esqueça de Ligar o Alarme

Importante mesmo é que depois de comprar o alarme e de o instalar na sua moradia, não se esqueça de o ligar sempre que se ausentar.

Pois é, o alarme só funciona se estiver ligado e muitas vezes acabamos por nos desleixar e não ligamos o alarme de nossa casa deixando-a completamente desprotegida.

Utilize estas dicas e mantenha a sua casa mais protegida no futuro!

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Seis erros de projeto para evitar no comércio

Os varejistas sabem que devem fornecer produtos de qualidade e bons serviços para prosperarem, mas muitas vezes, negligenciam a importância do design da loja para o seu sucesso.
Lojistas às vezes tentam cortar custos ou simplesmente não planejam o seu espaço comercial.
“Há uma quantidade enorme de falhas no varejo”, diz Jerry Birnbach consultor em planejamento de lojas de Nova York.
Leia a seguir os seis erros mais comuns que devem ser evitados ao projetar a sua loja

1. Deixar de fazer uma inspeção completa das instalações, principalmente no espaço para armazenamento de mercadorias onde poderiam haver muitos problemas ocultos que custariam uma fortuna para consertar se não forem descobertos antes de assinar um contrato de longo prazo. Birnbach aconselha levar um arquiteto ou um empreiteiro de confiança para inspecionar antes de qualquer coisa;

2. Em matéria de giro de estoque muitos não se preocupam com o design da loja e a entopem de produtos. Antes de considerar as opções de projeto, você deve fazer algumas contas para estimar a quantidade de mercadoria que você vai vender e quanto de estoque será necessário manter na loja. Muitas vezes, os empresários não têm tempo para determinar a quantidade de produto que ele precisa vender para cobrir o custo de funcionamento.

3. Muitos optam por uma iluminação errada (normalmente mais em conta). Definir a iluminação adequada, a temperatura, colocação e posicionamento é extremamente importante para o seu produto ter o apelo certo ao cliente. Desde vestidos de noite até cortadores de grama, tem suas particularidades no quesito iluminação.

4. Negligenciar o design de sua área de saída pode ser fatal. Muitos varejistas não dão muita importância para a área de “checkout” (pagamento e saída). Tome cuidado, certificando-se de que há espaço suficiente para o cliente não se sentir incomodado ou confuso, pois este momento é muito importante para ele.

5. Exibir seus produtos de forma desordenada. A maneira como você exibe suas mercadorias pode afetar significativamente as vendas. A pergunta é simples: Quando um cliente está pedindo as coisas, você tem que ziguezaguear através da loja para ajudá-lo a satisfazer as suas necessidades? Se a resposta for sim, com certeza há um problema.

6. Opte por projetos flexíveis e esteja sempre aberto a mudanças. Tendências de compra do consumidor estão sempre mudando, daí, a necessidade da flexibilidade dos projetos. Por exemplo, enquanto displays flexíveis podem requerer mais investimento inicial, irão tornar sua vida muito mais fácil quando chegar a hora de modificar suas ofertas da loja.

Para finalizar, consulte sempre um especialista e fique atento às direções que o mercado toma. Caso contrário você pode estar jogando fora grandes chances de faturar alto e solidificar o nome de sua empresa.
Pense e pesquise bem antes de tomar qualquer decisão ou investir seu suado dinheirinho.
E tenha certeza de uma coisa, se um negócio não tem nenhum risco, muito provavelmente não será um bom negócio.

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Etiqueta da obra

10 mandamentos para fazer bonito entre os vizinhos

Vai construir, reformar ou simplesmente derrubar uma parede? Saiba que uma obra pode levar o seu vizinho à loucura. Barulho, sujeira e entra e sai dos profissionais são alguns dos incômodos para os outros moradores. Para evitar as reclamações, fomos atrás de profissionais e montamos um manual do bom senso que vale até para uma pinturinha discreta.

O arquiteto Gustavo Calazans procura simplificar para consumir menos tempo e material. “Máxima transformação com mínima intervenção” é o seu lema. Ele sugere, independentemente do tamanho da obra, uma aproximação amigável com os vizinhos. “Uma denúncia na prefeitura pode embargar o projeto. Quem está construindo ou reformando passa a ser responsável por qualquer problema na vizinhança.”

Toda mudança requer atenção, mas se for em condomínio precisa de cuidado dobrado: além das leis de cada município, é necessário seguir as normas internas. “Antes mesmo do projeto, vale conhecer as regras para horários, limpeza das áreas comuns ou despejo de entulho”, avisa Cristiano de Souza Oliveira, advogado especializado em condomínios. Assim, você evita as reclamações dos vizinhos e do síndico.

Vamos às dicas para construir e reformar sem perder a amizade com a vizinhança:

 1 – Planejar
Não adianta pressa para começar logo. O projeto detalhado é fundamental: “Sem ele, a obra se atrapalha no meio”, diz Calazans. Esgotar todas as possibilidades leva à melhor solução e evita que o processo gaste mais tempo que o previsto. Nos condomínios, também é importante consultar a norma interna.

2 – Simplificar
Na reforma, que tal manter ou transformar o que for possível? “Se o azulejo é feio, uma opção é pintar. Não precisa trocar todo o revestimento”, diz Calazans. Assim, a obra acabará mais rápido, fará menos barulho e usará menos materiais. O mesmo vale para as louças sanitárias: “Se estiverem em bom estado, sou contra a troca. Procuro fazer reformas menos invasivas”, completa.

3 – Precaver-se
É fundamental conversar com os vizinhos antes de qualquer obra começar, explicando todos os detalhes, pois uma denúncia na prefeitura pode até embargar o projeto. Calazans sugere um laudo das casas ou apartamentos vizinhos. “Quaisquer alterações, como rachaduras, serão responsabilidade de quem está em obra.” No caso de condomínios, também é necessário apresentar o projeto ao síndico, que pode e deve fiscalizar se tudo está sendo cumprido.

 4 – Prezar pela segurança
“80% dos assaltos e arrastões acontecem pela porta da frente”, conta o advogado Cristiano. O condomínio deve exigir a identificação de todos os trabalhadores. “Considero uma obrigação moral do morador manter a segurança de seus vizinhos”, completa. É papel do síndico vetar a entrada de funcionários não autorizados. Também é fundamental avisar a administração se for receber mercadorias.

5 – Respeitar os horários de silêncio
Eles variam de acordo com o condomínio, mas devem ser seguidos à risca. Exceções apenas em emergências, como um cano estourado de madrugada. Senão, o morador está sujeito a multa. Fora dos condomínios, valem as leis de silêncio de cada cidade.

6 – Controlar de perto a sujeira
O responsável pela obra é o responsável pelo entulho. Então nada de largar lixo na calçada. É preciso consultar a lei de cada cidade para retirada dos dejetos – normalmente, é preciso usar uma caçamba. Em prédios, também é importante respeitar os horários para a retirada do lixo.

 7 – Cuidar das áreas comuns
Quem mora em condomínios, tem que se preocupar também com elevadores e escadas. “Sugiro, durante a obra, manter o elevador sempre forrado e evitar usar a escada, onde a sujeira se espalha com mais facilidade”, diz Cristiano. Também é bom lembrar que espaços como jardins e salões são para uso dos moradores e não de terceiros. Então nada de funcionários almoçando no parquinho. “O que pode é pedir autorização para eles usarem um refeitório, se houver.”

8 – Contratar mão de obra especializada
“A falta de profissional é um problema”, conta Calazans. Este acompanhamento é importante para antecipar os problemas e evitar erros e atrasos. Pensar que obra sem profissional é mais barata é um mito, porque depois haverá gastos para consertar o que deu errado.

9 – Reparar possíveis danos
Se você está disposto a construir ou reformar, tem que saber que será o responsável por qualquer dano a seu vizinho. Mesmo se a estrutura da construção dele for frágil, o seu quebra-quebra será o causador das rachaduras.

 10 – Quando terminar, agradecer a paciência de todos
Ufa! A obra terminou. Que tal agradecer a paciência da vizinhança? Nos condomínios, vale escrever um comunicado oficial e pedir para a administradora distribuir entre os moradores. Se não for cumprir o prazo estipulado, é fundamental avisar o atraso o quanto antes.

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