Arquivo para categoria Paisagismo e Jardins

Cultive fachadas verdes

O uso de espécies vegetais para ornamentar paredes e muros é um hábito antigo que acompanha a história do paisagismo. Mas nos últimos anos, especialmente porque o crescimento das cidades afastou o homem do contato com a natureza e reduziu as áreas disponíveis para o verde, vem se intensificando o desenvolvimento de técnicas para implantação de jardins verticais.

Com o apoio de tecnologia e inovações, como sistemas de irrigação automatizados e substratos mais leves, essas propostas diferem, em muito, dos antigos muros cobertos por trepadeiras plantadas no chão. Normalmente compostos por módulos que podem ser de material cerâmico, plástico de engenharia ou metal, essas novas fachadas verdes demandam menos manutenção. Tais soluções também possibilitam o cultivo em áreas reduzidas e a combinação de diferentes variedades vegetais, inclusive aromáticas, flores exóticas, ervas e hortaliças.

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Saiba quais os erros mais comuns em jardinagem

Confira este post do UOL Casa e Decoração que listou 11 equívocos corriqueiros para que você cuide ainda melhor da saúde do seu jardim ou de seus vasos. Veja!

Quando se cultiva uma planta em casa ou no apartamento, o desejo é o mesmo: que ela se desenvolva sempre saudável e bonita. Mas às vezes, o que se presencia são sinais de que a espécie não está nada bem.

1. Vaso menor, planta acanhada

Toda espécie precisa de espaço para crescer e se desenvolver. Se a planta está em um vaso pequeno é provável que suas raízes fiquem atrofiadas e, consequentemente, o vegetal perderá suporte, estabilidade e beleza. Assim, você pode até cultivá-la em um recipiente menor, mas assim que a plantinha brotar e crescer, transplante-a para um vaso mais amplo.

Como exemplo, uma planta que possa chegar a 80 cm de altura, precisa – no mínimo – de um vaso com 30 cm de profundidade por 20 cm de diâmetro. Por isso, antes do cultivo, busque informações sobre o porte da espécie.

Para os arbustos de modo geral, plantados em torrões, deixe um distanciamento mínimo de 10 cm entre o torrão e a borda do vaso.

Entretanto, entenda: quanto maiores forem a quantidade e a qualidade de substrato que a planta tiver à disposição, maior será seu desenvolvimento. “Se a intenção é que a planta cresça bastante, quanto maior o vaso, melhor”, aconselha a paisagista Erly Hooper. Uma exceção é o bonsai, que é mantido em um recipiente pequeno e tem suas raízes podadas segundo técnica específica para que não cresçam.

2. Encharcado ou seco?

Getty ImagesUse um regador tipo “chuveirinho” que distribui a água aos poucos

Normalmente é assim: ou o erro vem pelo excesso ou pela falta de regas às plantas. A quantidade de água adequada para qualquer espécie depende de suas próprias características vegetais e da qualidade do solo. As denominadas suculentas como a dedinho-de-moça (Sedum morganianum), o carpete-dourado (Sedum acre) e a flor-de-maio (Schlumbergera truncata) precisam, por exemplo, de regas espaçadas, pois armazenam bastante água.

Uma maneira prática para certificar se o solo precisa ser regado é colocar a mão na terra e sentir a umidade. O professor do curso de jardinagem do Senac de São Paulo, Anselmo Augusto de Castro, ressalta: se aparentemente a superfície está seca, mas há umidade logo abaixo, não molhe. Outra dica é usar um regador tipo “chuveirinho” que distribui aos poucos e melhor a água sobre as plantas e o substrato.

Não se esqueça, também, que todo vaso carece de uma boa drenagem para que, ao ser aguado, não “afogue” o vegetal. Para o sistema de dreno, as pedras de argila expandida e os furos no fundo do recipiente são boas opções.

3. De sombra, de sol

A própria planta pode dar sinais se está exposta demais ao sol ou se não tem luminosidade suficiente para seu crescimento. As espécies de sombra, quando colocadas sob o sol, podem apresentar folhas amareladas ou queimadas, que secam até morrer. As de sol, quando ficam sem luz, têm folhas atrofiadas.

Por isso, ao comprar sementes ou mudas, lembre-se de perguntar as particularidades e origens da planta ao fornecedor ou ao profissional de uma loja especializada.

4. Cal no tronco é bom: mito ou verdade?

Mito. Aplicar cal no tronco da árvore não evita a proliferação de doenças, como popularmente se apregoa. Por ser uma substância química, a cal, além de não proteger a planta, pode atrapalhar seu desenvolvimento. “Com a cal, você impede a respiração e transpiração da planta, fechando os poros e a sufocando-a”, explica o jardineiro da Center Flora – empresa especializada em jardinagem e paisagismo –, João Gregório Campos.

5. E a grama acinzentou?

Uma poda inadequada e a ausência de regas e adubação podem deixar a grama acinzentada e com falhas. Castro recomenda, entre a primavera e o verão, uma adubação nitrogenada à base de uréia – ótima para o crescimento das folhas –, além de realizar coberturas de areia como forma de proteção às baixas temperaturas durante o inverno.

Entenda que cada espécie de grama tem um limite ideal para a poda: gramados pouco espessos podem ser resultado de cortes rasteiros, abaixo do limite da gramínea. Por exemplo, a espécie esmeralda (Zoysia japonica), bastante usada no Brasil, pode ser podada até três centímetros de altura. Cultivada a pleno sol, a esmeralda precisa de adubações semestrais e regas regulares.

Um conselho de jardineiro: “faça a primeira poda somente dois meses após o plantio, porque a grama estará estabilizada e segura no solo”. Para as regas, assim como para outros vegetais, prefira as horas mais frescas do dia, de manhã ou no início da noite.

6. Vaso de cerâmica: como evitar rachaduras

  • Getty ImagesPara evitar rachaduras, impermeabilize o interior do vaso de cerâmica

Por ser poroso, há a possibilidade do vaso de cerâmica rachar com a variação de temperatura do ambiente. Em dias muito quentes, por exemplo, pode ocorrer um choque térmico entre a alta temperatura do vaso e a água fria da rega, ocasionando pequenas fissuras.

Por isso, indica-se uma impermeabilização do recipiente. Você pode usar tintas ou revestimentos impermeabilizantes – aqueles usados em caixas d’água e reservatórios: basta aplicar uma camada no interior do vaso ou da floreira.

Outra saída é queimar a peça a uma elevada temperatura – em fornos especializados – a fim de aumentar a resistência do material.

7. Cortes drásticos

Arbustos e árvores de pequeno porte, em especial, ficam tão bonitas quando recebem podas. Mas como saber qual o limite para não matar a planta?

Getty ImagesPrimeiramente, há diferentes motivos para sua realização: o controle do tamanho ou da forma, o direcionamento do crescimento e as limpezas do tronco. As podas são aconselhadas entre o final do inverno e início da primavera. Por sua vez, cortes drásticos e transplantes não são recomendados em épocas mais frias, quando geralmente incide a dormência da planta e sua inatividade.

Antes de fazer os primeiros cortes, certifique-se que a planta esteja bem estabilizada e fixa no solo – para algumas espécies, o adequado é aguardar a primeira floração – e sempre utilize uma boa ferramenta, bem afiada, para não machucar o vegetal.

Para a poda, escolha uma boa ferramenta, bem afiada, para não machucar a planta

Para a limpeza do tronco, elimine os chamados “galhos ladrões”, os brotos que nascem no caule da árvore e “roubam” sua força, direcionando seu crescimento para os lados. “Outro tipo de poda é a limpeza fito-sanitária, que constitui na retirada dos galhos fracos, velhos, mal formados ou doentes”, completa Hooper.

Regras gerais: para um crescimento vertical, retire os ramos laterais e secundários, mais baixos. Se quiser que a planta cresça lateralmente, a poda deve estar concentrada na gema apical (parte superior) dos ramos centrais.

8. Antes do inseticida químico

Ao se constatar alguma praga ou doença na planta é comum recorrer imediatamente aos inseticidas químicos. Porém, Castro explica que são menores as chances de uma espécie ficar doente em um ambiente estável, com água e nutrientes suficientes. Desta forma, um modo de combate é verificar, examinar e corrigir estes fatores.

Como alternativa natural, pode-se usar calda de fumo para pequenas infestações como as de pulgões. Já para o combate à cochonilha recomenda-se a busca por orientação especializada, que determina o inseticida e a forma de aplicação adequados.

Se usar químicos, tenha cuidado com manuseio: use luvas e máscara e não trave contato direto com a planta após a aplicação, limitando também a aproximação de animais domésticos e crianças.

9. A trepadeira perdeu as folhas, devo arrancar?

Algumas espécies de trepadeiras como a hera japonesa (Parthenocissus tricuspidata), usadas na cobertura de muros residenciais, perdem completamente suas folhas durante o inverno. Não se preocupe: a perda total da folhagem é uma característica das espécies “caducas”, ou seja, que apresentam queda total de suas folhas para renová-las depois. Não arranque a trepadeira neste período!

10. Raízes x calçadas

Plantadas em pequenos canteiros na calçada, algumas árvores podem crescer a tal ponto que suas raízes estouram e invadem o caminho pavimentado. O engano está na escolha da espécie. Por não serem árvores tão altas, a pata-de-vaca (Bauhinia forficata), o manacá-da-serra (Tibouchina mutabilis) e o resedá (Lagerstroemia indica), por exemplo, não causam este tipo de problema.

Atenção! Ao plantar qualquer espécie no passeio verifique com a secretaria do meio ambiente da sua cidade quais são as determinações – como a necessidade da colocação de guia e gradil de proteção – para o cultivo. Além disso, consulte quais as dimensões corretas do canteiro para que a planta cresça com saúde e, em hipótese alguma, pavimente o chão junto ao caule.

11. A horta de temperos desandou

Mesmo com os cuidados de rega e adubação, às vezes, a horta caseira de temperos em pequenos canteiros e jardineiras, após alguns meses, apresenta queda de folhas e pára de se desenvolver.

O primeiro passo é verificar se as ervas recebem a quantidade certa de luz do sol, porque precisam de uma boa luminosidade direta e diária. Depois observe se há muitas espécies de temperos em uma única jardineira, elas podem estar “brigando” pelos nutrientes do solo. Por isso, plante, no máximo, três tipos de ervas em um mesmo espaço.

Algumas delas como o alecrim e a hortelã precisam de solo mais arenoso para se desenvolverem. Nestes casos, o ideal é misturar uma parte de areia para cada duas de terra adubada. Aliás, é recomendável que o cultivo da hortelã seja feito em um vaso à parte. Dominante, a espécie se espalha facilmente.

Para o plantio de hortaliças, entenda que estas plantas têm um ciclo completo de crescimento, com começo, meio e fim. Assim, após seu término, o replantio é indispensável.

Fonte: UOL Casa e Decoração – por Karine Serezuella

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Miniflores

A primavera está chegando. E com ela as flores que trazer cor e vida para os jardins! Confira esse post da Casa e Jardim e delicie-se com as miniflores!

Elas não ultrapassam 3 cm de diâmetro. De tão miúdas, a distância parecem pontos de cor no jardim. Mas revelam-se complexas e cheias de detalhes, vistas a poucos passos. A seguir, 13 flores fáceis de cuidar e para diversos usos.

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Plantas fáceis de cuidar trazem verde para casa sem dar trabalho

Que tal trazer um pouco de natureza para perto de você? A K Design foi buscar informações sobre plantas fáceis de cuidar  e que vão dar um charme fabuloso para o ambiente, seja interno ou externo, sem contar que avivam o espaço e purificam o ar. Confira!

A Sagu ou Cica se adapta melhor em áreas externas e é fácil de cuidar

Muita gente gostaria de colocar mais verde em casa, porém, a falta de tempo, de paciência ou de prática em lidar com as plantas acaba adiando esta decisão. Se este é o seu caso, saiba que não são todas as espécies que exigem uma grande dedicação. Na maior parte dos casos, as plantas sem flores são relativamente fáceis de cuidar e já contribuem para mudar o astral do ambiente.

Selecionamos 15 espécies para garantir algum verde na decoração sem dor de cabeça. Em comum a todas, é preciso apenas cuidar da fertilização e irrigação, o que é mais simples do que parece. Os adubos são encontrados em diferentes apresentações (líquido, pó e grânulos) e podem ser utilizados na planta em intervalos de 15 dias a um mês, dependendo do tipo.

Também é importante prestar atenção na rega. Muitas plantas morrem por excesso, e não por falta de água, e cada uma precisa de uma irrigação específica. O local onde ela fica também faz diferença – exposição direta ao sol e ao vento aumenta a necessidade de água. “O mais indicado é colocar a mão na terra para sentir a umidade antes de regar”, diz Adriana Salton Leites, engenheira agrônoma do Uemura Flores e Plantas, em São Paulo. Na maioria das vezes, o ideal é molhar somente a terra. Ao regar as folhas, é preciso tomar cuidado para que elas não fiquem molhadas durante muito tempo, o que pode aumentar a incidência de doenças.

Folhas amareladas possuem diversas causas: excesso ou falta de água e/ou algum nutriente, ataques de doenças ou pragas, e mesmo o simples envelhecimento. É indicado cortar as folhas amarelas e verificar a sua causa para eventuais correções. Veja abaixo os detalhes de cada espécie e escolha a sua.

Antúrio: Colorida e chamativa, a planta fica bem em áreas internas ou externas, desde que o local possua boa luminosidade, mas sem receber diretamente os raios solares. A terra deve ser mantida úmida e a planta precisa ficar longe de locais com baixa temperatura no inverno.

Bromélia: Vistosa, em cores como verde, vermelho e rosa, deve ser mantida à meia-sombra, recebendo apenas iluminação indireta ou difusa com irrigações moderadas. Pode ficar em áreas internas ou externas, desde que a luminosidade seja respeitada. Adie a rega se a terra estiver úmida.

Cica: Também conhecida como Sagu, tem crescimento lento e pode ficar a pleno sol ou à meia-sombra (com luminosidade, mas sem exposição direta aos raios solares). A Cica se adapta melhor em áreas externas, mas pode ficar em áreas internas respeitando a luminosidade. O ideal é regar apenas a terra no entorno da planta e só colocar água novamente quando a terra estiver seca, pois a espécie não tolera o excesso de umidade.

Iuca elefante: Pode ser cultivada em vasos na fase jovem, chegando a atingir de 2 a 3 metros de altura, dependendo do diâmetro do vaso. Indicada para áreas externas, resiste à exposição direta ao sol, porém é sensível a geadas. As regas devem ser espaçadas, deixando o solo seco na maior parte do tempo, podendo acontecer a cada 10 ou 15 dias.

 

Jabuticabeira: A árvore, indicada para áreas externas, pode ser cultivada em vasos com exposição direta ao sol. Atinge em média 2 metros de altura, dependendo do tamanho do vaso. Os frutos começam a amadurecer no final do inverno, prolongando-se até o verão. As regas devem ser diárias no verão, deixando a terra sempre úmida, mas podem diminuir de freqüência no inverno.

Lança de São Jorge: Com folhas longas e pontiagudas, a planta pode ficar em áreas internas ou externas, recebendo sol diretamente ou com boa iluminação indireta. Atinge em média 1m50 de altura em vasos. A rega pode ser feita cerca de uma vez por semana.

Lírio da paz gigante: A espécie é ideal para  ser cultivada principalmente em vasos grandes, em ambientes bem iluminados como terraços, ou plantadas isoladamente e em grupos, em locais com luminosidade, mas sem exposição direta de raios solares ou excesso de ventos. A rega deve ser constante, mantendo a terra sempre umedecida.

Mandacaru: Ideal para áreas externas pode ser cultivado em vasos ou canteiros, a pleno sol. No vaso, atinge cerca de 2 metros de altura. A planta resiste meses sem regas, mas o indicado é molhar a cada 10 ou 15 dias, somente a terra.

Mini Ixora: Cultivada em vasos ou canteiros, necessita de bastante sol e regas constantes. Fica melhor em áreas externas e pode ter flores em vermelho, amarelo e rosa. 

Pacová: Também conhecida como babosa de pau é cultivada principalmente em vasos em locais protegidos, em jardineiras ou diretamente no chão formando conjuntos à meia-sombra. A terra deve ser mantida sempre úmida, com boa drenagem. Não tolera baixas temperaturas no inverno. 

Palmeira Fênix: Ideal para ambientes externos, ela gosta de sol pleno. No entanto, é possível cultivá-la temporariamente em ambientes internos, em vasos, desde que sejam bem iluminados, ou à meia-sombra, em locais abertos. No vaso, atinge de 2 a 3 metros de altura. Resistente ao frio, a planta necessita de solo úmido, com regas constantes.

Palmeira Ráfia: Também conhecida como Palmeira Ráfis, tem crescimento lento e é adequada para cultivo em vasos em ambientes internos bem iluminados. No vaso atinge cerca de 2 metros de altura. A umidade do solo deve ser constante, porém, sem encharcamento. 

Pata de elefante: Utilizada para plantio em vaso a pleno sol, tolera bem o calor e o frio. Pode atingir até 2 metros de altura, de acordo com o diâmetro do vaso. Pede regas bem espaçadas e precisa de solo drenável para não ter as raízes apodrecidas.

Pitangueira: Pode ser cultivada em vaso e é ideal para locais de clima quente e úmido, preferencialmente em áreas externas. Sensível ao frio, não suporta geadas. Dependendo do diâmetro e altura do vaso, pode atingir 2 metros de altura. Deve receber luz solar direta e necessita de rega constante. Floresce entre o final do inverno e início da primavera. Os frutos surgem quase simultaneamente à florada. 

Zaza: Também conhecida como Brilhante e Zamiocula, pode ser cultivada em ambientes internos ou externos, de preferência à meia-sombra em terra sempre umedecida, porém não encharcada. É indicada para regiões quentes, pois não tolera o frio. Atinge cerca de 1 metro de altura no vaso.

 

Fonte: adaptado de Uol Mulher Casa & Decoração

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Blocos de concreto na decoração

Simples e barato, o material ganha novo status quando usado com criatividade. Ele pode virar suporte para plantas, suavizar os muros e até funcionar como uma mesinha lateral esperta na sala

Você acaba de fazer uma reforma em casa e está faltando grana para comprar móveis e objetos de decoração que complementem a decoração? Acredite: as sobras de material de construção podem cumprir esse papel. Reunimos três soluções espertas e econômicas, pensadas por profissionais de arquitetura epaisagismo, que transformam simples blocos de concreto em peças descoladas. Inspire-se nas ideias abaixo e aproveite para criar as suas!

Maíra Acayaba
PAINEL VERTICAL 
Pintado com tinta roxa, o painel deste quintal, desenhado pelo escritório de arquitetura Casa 14, possui blocos de concreto vazados, que formam os vasos com plantas pendentes. A ideia surgiu quando a moradora passava pela Avenida Faria Lima, em São Paulo, e viu um projeto semelhante.

 Marcelo Magnani
MESINHA ORIGINAL
Olha só que ideia simples e original: no apartamento da arquiteta Marina Cury, a mesinha de apoio, ao lado do sofá, é formada por blocos de concreto empilhados. Além do visual rústico, as peças têm nichos que servem perfeitamente para guardar jornais e revistas.

 Edu Castello
MURO DISFARÇADO
Neste projeto, assinado pela arquiteta Regina Adorno, inúmeros blocos de concreto forram o muro de 6 m x 2,70 m. Os vários nichos cinza acomodam espécies de fácil manejo e de pleno sol, entre elas ripsális (1) e trapoerabas roxas (2). No telhado da construção adicional, os mesmos blocos – agora inseridos na horizontal – são utilizados como jardineiras, com aspargos (3).

Fonte: Casa e Jardim Online

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Paisagismo traz vida a ambientes comerciais

Foto: Blog Ver.ba.li.ze

A decoração com plantas deixa o ambiente profissional mais leve, bonito e agradável

Ambientes comerciais remetem à rotina, papéis, reuniões, metas e tantas coisas mais. As pessoas passam a maior parte do tempo dentro destes locais, pois em média, as pessoas trabalham ao menos cinco dias por semana, ocupando grande parte do seu tempo. Por isso, é fundamental que o espaço comercial seja agradável e receptivo. Algumas atitudes podem quebrar o gelo e gerar mais rendimento, como colocar um pequeno arranjo com flores em cima da mesa ou espalhar vasos com plantas em recepções, escritórios, salas de reunião, corredores, hall, lojas, showroom, salões, entre outros locais, e também fazer jardins na entrada ou áreas nos arredores do prédio.

Isso contribui também para tirar um pouco o feito ‘selva de pedra’, muito comum em grandes centros, onde impera a  poluição sonora, do ar ou visual. A correria do dia a dia, a ausência do natural, do verde, faz com que as pessoas se estressem com mais facilidade. “Nestes locais, as pessoas sentem muita necessidade de ver mais o verde, de estar em um lugar mais arejado, mais agradável, sem tanto cimento, tanto concreto. Olhar para uma planta, levantar de vez em quando para regar, ver nascer uma flor, as pessoas realmente interagem com a vegetação e se sentem bem com isso.”, afirma a arquiteta e paisagista Daniela Sedo.

Em ambientes comerciais há boas sugestões de espécies de plantas como aquelas que têm folhagem perene, que demora muito para ressecar, e fica lindo o ano inteiro.  “Mesmo quando vai nascer ou vai brotar folhas novas, as mais velhas ainda continuam bonitas e só há necessidade de cortar as velhas para que as novas abram, para que realmente o escritório sempre esteja com aquela cara de impecável de bem cuidado.”, destaca a paisagista.

Foto: Ana Terra Paisagismo

Uma dica fundamental para manter a saúde das plantas dentro de áreas comerciais é evitar colocá-las muito próximas ao ar condicionado, pois o equipamento diminui a umidade do ar.  Também devem ser poupadas plantas com folhagens muito pequenas e miudinhas, que caem com qualquer ventinho.  “Outras espécies que podem ser usadas são a Lança de seu Jorge, a Licuala, todas as Chamaedoreas, as Peperomias, as Suculentas que são aquelas plantas da família do cacto, a Pata de Elefante, entre outras. Se a empresa tiver ambiente externo vale a pena colocar vasos com plantas bonitas ou flores como a azaléia.”, enumera Daniela Sedo.

Mas, ao fazer um projeto de paisagismo para ambientes comerciais é necessário consultar um especialista para que ele oriente quanto ao melhor aproveitamento do espaço. “A escolha de espécies também depende do objetivo, do ambiente e até do clima da região. Recentemente fiz um grande projeto para uma concessionária de carro em Salvador, na Bahia, e utilizei espécies tropicais como, por exemplo, diversos tipos palmeiras; plantas de médio porte como Cycas, Bromélias, Licualas, Heliconias e Alpinias; menores como as Ixoras Rei (vermelha), Coral (rosa) e amarela e como forração, o Roy, mini Roy (espécies da região) e a grama esmeralda”, descreve a paisagista, que além de fazer projetos de paisagismo para empresas e residências em todo Brasil, também oferece o serviço de manutenção de paisagismo em áreas comerciais.

Fonte: Portal Varejo

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Plantas de Interiores

Mesmo num pequeno apartamento ou num cantinho do escritório, é possível, de maneira simples e sem maiores despesas, o cultivo de plantas. Tudo o que você precisa fazer é escolher as que se adaptem às condições que o local tem a oferecer.

Devemos lembrar que elas terão de suportar um nível de luminosidade inferior ao que recebem no ambiente natural, contar com menos umidade e ter espaço reduzido para suas raízes (visto que serão cultivadas geralmente em vasos e jardineiras).

Podemos fazer uma classificação simplificada das espécies, de acordo com o nível de luminosidade. Se o vaso ou jardineira estiver próximo à janela poderá ser classificado com ensolarado (se estiver na face norte), meia-sombra (nas faces leste ou oeste) ou sombreado (na face sul).

A irrigação segue a mesma regra das plantas que estão ao ar livre. As regas não deverão ser mais espaçadas do que requer cada espécie, nem mais abundantes do que ela necessita, porque isso pode ocasionar o apodrecimento das raízes.

É aí que temos que tomar um cuidado muito importante com relação à drenagem dos vasos e jardineiras, utilizando no fundo dos mesmos, argila expandida ou cacos de cerâmica, antes da colocação da terra, evitando assim o acúmulo de água nas raízes.

Fonte: jardineiro.net

Sugestões de plantas para áreas externas e internas

Plantas de Pleno Sol
Necessitam de 04 horas diárias de sol direto:
- Agapantos (Agapanthus africanus)
– Agave (Agave angustifolia)
– Bambu-de-jardim (Bambusa gracilis)
– Bromélia-imperial (Alcantarea imperialis)
– Buxinho (Buxus sempervirens)
– Moréia (Dietes iridioides)
– Lírio de São José (Hemerocallis x hybrida)
– Estrelízia (Strelitzia reginae)

Plantas de meia-sombra
Não recebem sol direto em nenhuma parte do dia, no entanto, precisam de pelo menos 04 horas diárias de luz indireta:
Afelandra (Aphelandra squarrosa)
– Fórmio (Phormium tenax)
– Aspargo (Aspargus densiflorus ‘Sprengeri’)
– Clorofito ou Gravatinha (Chlorophytum comosum)
– Lírio-da-Paz (Spathiphyllum wallisi)
– Pimenta-ornamental (Capsicum annuum ‘Conoides’)


Plantas de Sombra
Recebem apenas luz difusa, entre 04 e 06 horas por dia, sem sol ou claridade direta:
Calatéia-zebra (Calathea zebrina)
– Asplênio (Asplenium nidus)
– Café-de-Salão (Aglaonema ssp.)
– Capim-palmeira (Curculigo capitulata)
– Comigo-ninguém-pode (Dieffenbachia amoena)
– Bromélia (gêneros Aechmea, Guzmaniae Vriesia)

Sugestões Equipe K Design

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Sustentabilidade: uma casa, quatro jardins

Construção moderna em ilha perto de Cingapura tem jardins que cobrem o teto em todos os níveis.

Além de deixar a casa mais fresca e absorver a água da chuva, os conhecidos “telhados verdes” dão um toque de natureza a qualquer projeto de arquitetura. Esta casa, assinada pela empresa asiática Guz Architects, é um exemplo disso. Localizada na ilha Sentosa, em Cingapura, a construção tem quatro andares. Todos os níveis têm acesso a terraços ajardinados, que funcionam como um telhado verde para o piso inferior. Assim, a sensação é de que cada andar é quase uma casa térrea, com área externa. O telhado do último piso é curvo e forrado com grama. Confira as fotos:

À esquerda, detalhe do telhado. À direita, visão da escadaria, na parte interna da casa.

Fonte: Casa e Jardim Online

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Plantas dentro de casa

Sim, é possível ter uma pitada de verde em ambientes fechados! Não importa se com muita ou pouca luz, basta escolher as espécies certas e um vaso bem bonito. E se a sua ideia for montar uma horta em casa, não deixe de ver três sugestões.

“Perto da janela, as plantas recebem a luz natural filtrada pelo vidro e pelas cortinas”, ensina a paisagista Paula Magaldi, de São Paulo. Por isso, ela optou pela lança-de-são-jorge, que pede água só uma vez por semana. O local aceita outras espécies, como bromélia, samambaia, lírio-da-paz e orquídea. A folhagem longilínea vai bem em vasos estreitos e compridos, formato que está na última moda.

Faça um “varal” para ter uma horta de temperos diferente: fixe um suporte de metal com parafusos e buchas na esquadria, sem se esquecer de antes passar por ele as alças dos vasinhos. Pregadores deixam os recipientes no lugar, mesmo que vente. Não misture ervas diferentes no mesmo vaso – fica mais fácil dosar a quantia de água certa para cada uma. Mudas de salsinha, hortelã, manjericão e cebolinha saem por R$ 5,89 cada no Pão de Açúcar. Já a unidade dos vasos de alumínio coloridos custa R$ 6,10 no Empório das Velas.

Esta outra ideia de Paula Magaldi aproveita o espaço geralmente sem uso sob os degraus. Como a claridade natural da janela está distante, a paisagista optou por folhagens de pacova (um tipo de bananeira) e dinheiro-em-penca, que aceitam ambientes sombreados. Em grandes vãos, a ráfis faz bonito: essa palmeira atinge até 2 m de altura. Para iluminar o espaço, Paula sugere revestir a escada de espelhos: o reflexo valoriza a planta e multiplica a luz.

Orquídeas gostam de ambientes úmidos e quentes, como se estivessem protegidas pela copa das árvores na mata Atlântica, seu habitat natural. A paisagista Paula Galbi, de São Paulo, descobriu que o terraço com fechamento de vidro forma uma estufa agradável para a falaenopolis (flor rosa menor), a chuva-de-ouro (amarela miúda) e os cimbídios (demais suspensas). Ao fundo, vasos estreitos e altos (olha eles aí novamente!) com chamaedoreas compõem uma sutil barreira visual da construção vizinha. Presa com parafusos especiais para forro de gesso, a estrutura de cumaru, feita sob encomenda, precisa ser reforçada para aguentar o peso das plantas. É composta de duas barras mais largas (4 x 2 cm) e ripas estreitas (2 x 2 cm) no outro sentido, distantes 2 cm umas das outras.

Fonte: casa.com.br

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